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‘Fim do planeta’: Rússia ameaça guerra nuclear se Ucrânia tentar reaver territórios ocupados

Tropas russas controlam cerca de 20% do território ucraniano

Por Caio Saad Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 jun 2025, 16h54 • Atualizado em 9 jun 2025, 16h56
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    Assessor do presidente Vladimir Putin que lidera a delegação russa em negociações diretas de paz com a Ucrânia, Vladimir Medinsky afirmou que a Rússia pode recorrer a uma “guerra nuclear” se Kiev e parceiros da aliança militar ocidental Otan tentarem reaver territórios ucranianos ocupados por tropas russas, publicou a agência de notícias estatal Tass nesta segunda-feira, 9.

    “Se interrompermos o conflito na linha de frente e não chegarmos a um acordo sobre uma paz real, apenas algum tipo de trégua, isso vai se transformar em algo como aquela região disputada entre Armênia e Azerbaijão, Karabkh”, disse. “Depois de algum tempo, a Ucrânia se juntará à Otan e, junto da Otan e seus aliados, tentará reconquistar o território. Isso será o fim do planeta, será uma guerra nuclear”.

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    + Gritos de alívio e lágrimas marcam troca de prisioneiros entre Rússia e Ucrânia; veja vídeos

    Segundo o assessor presidencial russo, Moscou não quer “criar uma desculpa” que possa desencadear uma guerra nuclear.

    “É por isso que queremos parar, fazer uma paz completa e reconhecer os novos territórios”, afirmou.

    Como parte de suas condições para encerrar a guerra na Ucrânia, que segue inabalável desde fevereiro de 2022, Vladimir Putin quer que líderes ocidentais se comprometam por escrito a parar de expandir a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para o leste europeu e suspendam uma parte das sanções impostas a Moscou,.

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    Na semana passada, durante negociações na Turquia, a Rússia apresentou um memorando de paz exigindo o controle sobre as regiões ocupadas por suas tropas, que somam 20% do território ucraniano — condição que já foi considerada inaceitável pela Ucrânia. 

    “Não é um memorando de entendimento. Um memorando de entendimento deve ser assinado por duas partes, não apenas uma parte exigindo algo”, disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, à imprensa internacional. “Portanto, não pode ser chamado de memorando. É, afinal, um ultimato da Rússia para nós”.

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    Apesar da falta de entendimento em direção a uma trégua ou à paz, Kiev e Moscou concordaram em realizar uma troca de prisioneiros, concluída nesta segunda-feira, 9.

    Não há informações sobre o número de prisioneiros intercambiados nesta rodada, mas o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que a mesma quantidade foi libertada de ambos os lados. Novas trocas serão realizadas nos próximos dias, anunciou Zelensky. No final de semana, Medinsky informou que uma primeira lista de 640 prisioneiros de guerra havia sido enviada à Ucrânia.

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