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Federação inglesa proíbe mulheres trans de jogar futebol feminino no país

Impedimento ocorre menos de um mês após a Suprema Corte do Reino Unido decidir que definição legal de 'mulher' está relacionada ao 'sexo biológico'

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 1 Maio 2025, 09h54 •
  • A Associação Inglesa de Futebol (FA, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira, 1, que mulheres trans serão proibidas de jogar futebol feminino na Inglaterra a partir de 1º de junho. O impedimento ocorre menos de um mês após a Suprema Corte do Reino Unido decidir que definição legal de “mulher” está relacionada ao “sexo biológico”, excluindo pessoas transgênero. Com a ordem, elas podem acabar excluídas de banheiros e enfermarias de hospitais, além dos centros esportivos.

    Em comunicado, a organização afirmou que entende “que isso será difícil para as pessoas que simplesmente querem jogar o jogo que amam no gênero com o qual se identificam”, mas que estava “entrando em contato com as mulheres transgênero registradas que estão jogando atualmente para explicar as mudanças e como elas podem continuar envolvidas no jogo”.

    O bloqueio afetará todos os níveis do esporte, da base até o profissional. Segundo a emissora americana CNN, ao menos 20 atletas trans serão afetadas pela decisão. Todas elas atuam em níveis amadores.

    Antes da decisão da Suprema Corte do Reino Unido, em 16 de abril, a FA havia atualizado sua política para permitir que mulheres trans com níveis de testosterona abaixo de 5,0 nanomoles por litro de sangue por 12 meses, antes e depois de partidas, poderiam continuar a jogar futebol.

    + Suprema Corte britânica determina que definição legal de ‘mulher’ exclui as trans

    Na nova proibição, associação afirmou que a política anterior procurava tornar “o futebol acessível ao maior número de pessoas possível” e era “apoiada por aconselhamento jurídico especializado”, enquadrando-se em regras da Federação Internacional de Futebol (FIFA) e da União das Associações Europeias de Futebol (UEFA). O órgão da Escócia também desautorizou jogadoras trans de futebol a partir do início da próxima temporada.

    “Este é um assunto complexo, e nossa posição sempre foi que, se houvesse uma mudança material na lei, na ciência ou na operação da política no futebol de base, nós a revisaríamos e a alteraríamos se necessário”, acrescentou a FA.

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