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Famílias de vítimas do voo da Air India relatam erro na entrega de corpos

Boeing 787 Dreamliner caiu em Ahmedabad, na província indiana de Gujarate, no dia 12 de junho

Por Flávio Monteiro 23 jul 2025, 14h09 •
  • Famílias britânicas denunciam erros na entrega de corpos de vítimas do acidente aéreo da Air India, ocorrido em 12 de junho. No total, 53 cidadãos do Reino Unido estavam no voo que caiu em Ahmedabad, no oeste indiano, e deixou 279 mortos confirmados. As informações foram divulgadas pelo jornal inglês Daily Mail.

    Relatos de familiares indicam que os caixões enviados continham restos mortais que não correspondiam aos indivíduos identificados. Em alguns casos, partes dos corpos de pessoas diferentes foram enviadas no mesmo caixão. O incidente obrigou as famílias a exigirem novas identificações, cancelando os funerais previamente agendados. O erro foi descoberto após a legista responsável pela identificação das vítimas, Fiona Wilcox, comparar o DNA dos restos mortais com amostras fornecidas por familiares.

    Uma investigação conjunta entre Índia e Reino Unido foi aberta devido ao caso. O Daily Mail afirma que o premiê britânico, Keir Starmer, deve abordar o assunto com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que chegou em Londres nesta quarta, 23, para assinatura de um acordo de livre comércio.

    “As famílias merecem respostas e garantias urgentes sobre o paradeiro de seus entes queridos”, declarou James Healy-Pratt, advogado que representa muitas das famílias de vítimas. “Algumas delas receberam os restos mortais errados e estão claramente perturbadas com isso”.

    + O debate gerado após suspeita sobre acidente da Air India

    O Boeing 787 Dreamliner da Air India decolou de Ahmedabad, na província indiana de Gujarate, no dia 12 de junho. Ele tinha como destino a capital britânica, Londres, mas caiu pouco depois de levantar voo. Dos 242 passageiros, somente um homem — Vishwash Kumar Ramesh — sobreviveu ao incidente. Outras 19 pessoas em solo morreram, e 67 ficaram feridas, após o avião se chocar contra uma área residencial. 

    Segundo relatório preliminar do Departamento de Investigação de Acidentes com Aeronaves (AAIB), os interruptores de combustível do avião foram desligados logo após a decolagem, iniciando uma situação irreversível que terminaria no acidente. O episódio levantou suspeitas sobre a ação dos pilotos da aeronave.

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