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‘Falhas graves’: Trump demite primeira mulher a dirigir ramo das Forças Armadas dos EUA

Linda Fagan estava à frente da Guarda Costeira desde 2021; Fox News informa que foco 'excessivo' em políticas de diversidade e inclusão está por trás da medida

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 jan 2025, 17h03 • Atualizado em 22 jan 2025, 14h19
  • O governo de Donald Trump anunciou, nesta terça-feira, 21, a demissão da almirante Linda Lee Fagan, comandante da Guarda Costeira dos Estados Unidos. Nomeada para o cargo em 2021 pelo ex-presidente Joe Biden, Fagan foi a primeira mulher a assumir o comando de uma das seis Forças Armadas americanas.

    O secretário interino de Segurança Interna, Benjamin Huffman, confirmou a demissão após uma “longa e ilustre carreira” em uma declaração no site oficial da Guarda Costeira. Ele destacou que a decisão se deu em razão de “deficiências de liderança, falhas operacionais e a incapacidade de cumprir os objetivos estratégicos da Guarda Costeira dos Estados Unidos”.

    Uma autoridade do Departamento de Segurança Interna, que preferiu não ser identificada, afirmou à emissora americana Fox News que um dos principais motivos para a remoção foi o foco “excessivo” de Fagan nas políticas de diversidade, equidade e inclusão (conhecidas pela sigla em inglês DEI), um tema que se tornou alvo de críticas de Trump e outros republicanos da ala mais extremista do partido.

    Além disso, a Guarda Costeira está no centro de investigações relacionadas a agressões sexuais. De acordo com o alto funcionário, Fagan foi “incapaz de abordar adequadamente os problemas sistêmicos expostos por essa investigação, garantindo pouca responsabilização e transparência”, reportou a Fox News. No ano passado, mais de uma dúzia de ex-alunos da Academia da Guarda Costeira, que alegam ter sido vítimas de agressão sexual, entraram com um processo pedindo 130 milhões de dólares em danos, acusando a instituição de não tomar medidas eficazes contra a violência sexual. 

    Em paralelo, Elon Musk, conselheiro de Trump e responsável pela redução de custos no governo federal, fez uma postagem nas redes sociais em que sugere que a promoção de diversidade e inclusão racial e de gênero era uma prioridade desnecessária. “Prejudicar o Exército e a segurança da fronteira dos Estados Unidos para gastar dinheiro com bobagens racistas/sexistas de diversidade, equidade e inclusão não é mais aceitável”, escreveu ele em sua plataforma, o X (antigo Twitter).

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