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Exército do Paquistão fará resposta ‘proporcional’ à ofensiva da Índia que matou 26

Forças indianas atacaram a Caxemira, região disputada, acendendo o pior conflito entre as duas nações nas últimas décadas

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 7 Maio 2025, 07h23 • Atualizado em 7 Maio 2025, 07h37
  • O gabinete do primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou nesta quarta-feira, 7, que as Forças Armadas do país foram autorizadas a realizar “ações correspondentes” após os ataques da Índia na véspera. As forças indianas dispararam contra o Paquistão e a Caxemira paquistanesa na noite de quarta-feira, acendendo o pior conflito entre as duas nações nucleares nas últimas décadas.

    Islamabad alegou ter derrubado cinco aviões indianos durante o ataque. Autoridades do Ministério da Defesa indiano não confirmaram o número. Enquanto isso, Nova Délhi alegou ter atingido nove alvos que descreveu como “infraestrutura terrorista”. Dois porta-vozes militares da Índia disseram em uma coletiva de imprensa na capital que se tratavam de locais ligados aos grupos militantes islâmicos Jaish-e-Mohammed (JeM) e Lashkar-e-Taiba (LeT).

    “A inteligência e o monitoramento dos módulos terroristas baseados no Paquistão mostraram que novos ataques contra a Índia eram iminentes, portanto, era necessário realizar ataques preventivos e de precaução”, disse o secretário de Relações Exteriores indiano, Vikram Misri.

    Islamabad afirmou que seis áreas paquistanesas foram atingidas, mas que nenhuma delas era um acampamento de militantes. Pelo menos 26 civis foram mortos e 46 feridos, declarou um porta-voz militar paquistanês. O JeM afirmou em um comunicado nesta quarta-feira que dez parentes de seu líder, Masood Azhar, foram mortos no ataque indiano.

    Durante a madrugada, o Paquistão retaliou com tiros e bombardeios. A polícia e médicos indianos disseram que pelo menos sete civis foram mortos e outros trinta ficaram feridos.

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    Os ataques ocorrem poucas semanas depois de 26 turistas, a maioria indianos, terem sido mortos por terroristas na Caxemira.

    Países como Rússia e China pediram calma e apaziguamento entre as duas nações. Um ministro britânico disse que seu governo está pronto para ajudar ambos os lados a conter a situação.

    O controle da Caxemira, no sopé do Himalaia, é disputado desde que a Índia e o Paquistão conquistaram a independência do Reino Unido em 1947. As nações entraram em guerra duas vezes pelo território, a mais recente em 1999.

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