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Ex-ditador sírio Bashar al-Assad sofreu atentado por envenenamento na Rússia, diz observatório

O líder recebeu asilo político de Vladimir Putin após ser deposto há dez meses por grupos rebeldes

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 2 out 2025, 09h38 • Atualizado em 2 out 2025, 11h35
  • O Observatório Sírio para os Direitos Humanos afirmou nesta quinta-feira, 2, que houve uma tentativa de assassinato contra o ex-ditador sírio Bashar al-Assad em Moscou. Segundo o grupo, ele recebeu alta de um hospital nos arredores da capital russa na segunda-feira, depois de ter sido supostamente envenenado. Assad recebeu asilo político na Rússia após ser deposto há dez meses por grupos rebeldes.

    De acordo com uma “fonte privada”, o observatório relatou que o motivo por trás da operação era “constranger o governo russo e acusá-lo de ser cúmplice” de sua morte. Até o momento, não há evidências independentes do ocorrido.

    O grupo afirma que o estado de saúde de Assad agora é “estável”. Apenas seu irmão, Maher Assad, foi autorizado a visitá-lo no hospital, guardado por uma grande operação de segurança. Anteriormente, relatos não confirmados sugeriram que ele foi internado em “estado crítico após um envenenamento”.

    O governo russo não se pronunciou sobre as alegações até o momento.

    O novo governo na Síria exige a extradição de Assad para que o ex-ditador vá a julgamento, o que a Rússia recusou até agora. O presidente do país, Vladimir Putin, concedeu asilo pessoalmente ao seu antigo aliado, juntamente com membros de sua família e associados ao regime.

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    Assad, de 60 anos, não é visto em público desde sua chegada à Rússia. Presume-se que ele esteja sob rigorosa vigilância dos serviços secretos do país.

    No final do ano passado, a conquista sem oposição de Damasco, a capital da Síria, após uma ofensiva-relâmpago de grupos rebeldes, pôs fim a uma guerra civil que durou treze anos e a seis décadas de governo autocrático da família Assad.

    Foi um momento profundamente constrangedor para Putin, que mantinha bases militares na Síria, injetou ajuda militar e financeira no governo sírio e bombardeou grupos rebeldes no país durante anos para ajudar a sustentar o regime de Assad.

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