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EUA aumentam recompensa e colocam Maduro no mesmo patamar que Osama bin Laden

Governo americano aumentou para 25 milhões de dólares pagos por informações que levem à prisão ou condenação do presidente venezuelano

Por Da Redação 10 jan 2025, 17h08 • Atualizado em 10 jan 2025, 17h26
  • Os Estados Unidos aumentaram para 25 milhões de dólares a recompensa por informações que levem à prisão ou condenação do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e do ministro do Interior, Diosdado Cabello. A medida foi anunciada após a posse do líder para seu terceiro mandato, nesta nesta sexta-feira, 10, e faz parte de um esforço para desmantelar o regime de Caracas, considerado por Washington como autoritário e antidemocrático.

    Com o novo valor, a recompensa oferecida por Maduro e Cabello agora se equipara às maiores já oferecidas pelo governo dos EUA, alcançando valores reservados a figuras como Osama bin Laden e Ayman al-Zawahiri, líderes da Al-Qaeda.

    Em comunicado, o Departamento de Estado dos EUA justificou a medida como uma forma de pressionar o regime venezuelano, afirmando que as recompensas “têm o objetivo de comprometer os responsáveis pelo regime e contribuir para a transição democrática na Venezuela”.

    Além de Maduro e Cabello, o governo dos EUA também oferece até 15 milhões de dólares por informações sobre Vladimir Padrino López, ministro da Defesa venezuelano.

    O Departamento do Tesouro dos EUA também sancionou oito figuras do alto escalão ligados ao governo venezuelano, incluindo Héctor Obregón Pérez, presidente da PDVSA, a estatal de petróleo do país, e Ramón Celestino Velásquez, ministro do Transporte. Ambos são acusados de participação na perpetuação do regime, controlando setores estratégicos.

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    Aumento do cerco

    A intensificação da repressão contra o governo na Venezuela ocorreu após as eleições de julho de 2024, amplamente condenadas pela comunidade internacional como fraudulentas. De acordo com observadores, o regime de Maduro aumentou significativamente suas ações violentas contra opositores, utilizando forças de segurança e paramilitares para reprimir manifestações e silenciar críticas.

    O governo de Washington destacou que as sanções e recompensas foram coordenadas com aliados internacionais, incluindo Canadá, União Europeia e Reino Unido.

    “O objetivo dessas sanções não é apenas punir, mas provocar uma mudança no comportamento do regime venezuelano”, afirmou o Departamento do Tesouro dos EUA.

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