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Em conferência na Alemanha, republicanos e democratas criticam ataques de Trump a aliados

Movimento rompe com a tradição de evitar ataques ao líder do país em eventos internacionais

Por Sara Salbert Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 fev 2026, 09h29 • Atualizado em 16 fev 2026, 09h31
  • Lideranças republicanas e democratas fizeram críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a Conferência de Segurança de Munique, realizada de sexta-feira até este domingo 15, em um movimento que rompe com a tradição de evitar ataques ao líder do país em eventos internacionais.

    A conferência ocorre em meio ao que seu presidente, Wolfgang Ischinger, descreveu como uma “crise de credibilidade e confiança sem precedentes”.

    O Relatório de Segurança de Munique, publicado anualmente às vésperas do evento, traz nesta edição o título “Em destruição”.

    O documento classifica Trump como integrante de uma categoria de “homens da demolição”, líderes que, com uma “política de bola de demolição”, enfraquecem regras e instituições consolidadas. A declaração do ex-presidente de que não precisaria do direito internacional é citada como exemplo dessa postura.

    Entre os democratas, a ex-secretária de Estado Hillary Clinton defendeu que a Europa responda de forma firme e coordenada às ameaças e declarações imprevisíveis de Trump. 

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    Segundo ela, a resistência internacional já mostrou resultados, citando o caso da Groenlândia. Clinton acrescentou que não se deve duvidar das intenções do presidente americano.

    O governador da Califórnia, Gavin Newsom, acusou Trump de adotar políticas econômicas e comerciais que enfraquecem os EUA e seus aliados. Ele afirmou que o presidente tenta resgatar práticas do século XIX e criticou sua proximidade com o setor de combustíveis fósseis.

    “Nunca na história dos EUA houve um presidente mais destrutivo do que o atual ocupante da Casa Branca em Washington”, disse Newsom. 

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    A senadora Elissa Slotkin apontou que os Estados Unidos atravessam um momento de instabilidade interna, o que gera incertezas sobre a política externa, especialmente em relação à guerra na Ucrânia. Ela alertou que a indefinição pode prolongar o conflito e defendeu uma postura mais clara por parte do país.

    Entre os republicanos, o senador Thom Tillis criticou os impactos econômicos das tarifas comerciais impostas por Trump e rebateu declarações de Lindsey Graham, um dos aliados republicanos mais próximos de Trump, que recentemente disse: “quem se importa com quem é o dono da Groenlândia?”.

    “Os 85.000 indígenas na Groenlândia se importam com quem é o dono da Groenlândia. E no final do dia, precisamos demonstrar respeito”, afirmou Tillis. 

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