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Crítico de Trump, ex-diretor do FBI é indiciado pelo governo e deve se entregar às autoridades

James Comey foi acusado de dar declarações falsas e obstruir processo do Congresso

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 set 2025, 08h41 •
  • O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse que indiciou na quinta-feira 25 o ex-diretor do FBI James Comey por acusações criminais de declarações falsas e obstrução do Congresso, em uma escalada nas ações do presidente Donald Trump contra pessoas que o investigaram ou criticaram.

    Se condenado, ele poderá pegar até cinco anos de prisão. Espera-se que Comey se entregue às autoridades nesta sexta-feira, 26.

    Trump demitiu o então diretor do FBI em 2017, no início de seu primeiro mandato presidencial. Desde então, ele fez sucessivos ataques à maneira como Comey lidou com a investigação da agência federal a respeito da campanha de Trump em 2016, cercada por acusações de interferência da Rússia, que usou técnicas digitais para favorecer o republicano em detrimento da democrata Hillary Clinton.

    A acusação, apresentada no tribunal distrital federal de Alexandria, Virgínia, se concentra na possibilidade de Comey ter mentido e enganado congressistas durante depoimento em setembro de 2020 sobre a investigação da Rússia. Os detalhes do texto não são precisos, mas parecem fazer referência ao testemunho em que ele disse que nunca autorizou o FBI a vazar informações sobre o caso – uma alegação que o Departamento de Justiça alegou ser falsa.

    “Ninguém está acima da lei. A acusação de hoje reflete o compromisso deste Departamento de Justiça em responsabilizar aqueles que abusam de posições de poder por enganar o povo americano”, disse Pam Bondi, procuradora-geral dos Estados Unidos, em um comunicado na quinta-feira.

    O indiciamento ocorreu menos de Trump demitir Erik Siebert, promotor federal no distrito leste da Virgínia, onde o caso foi aberto. Ele havia se recusado a apresentar acusações contra Comey por entender que não há provas suficientes. Sua sucessora, Lindsey Halligan, que foi empossada há menos de uma semana, não foi tão reticente. Ela ocupou, recentemente, posto de assessora da Casa Branca e é uma ex-advogada de Trump, que não tem experiência como promotora.

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