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Congresso dos EUA aprova cortes de US$ 9 bilhões em assistência internacional

Vitória para o presidente dos EUA, Donald Trump, mas apenas uma fração da promessa sobre enxugar a máquina pública em S$ 1 bilhão por ano

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 jul 2025, 07h50 •
  • Após o OK do Senado, a Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou, nesta sexta-feira, 18, o plano do presidente Donald Trump para cancelar US$ 9 bilhões (cerca de R$ 50 bilhões) em financiamentos destinados à ajuda externa e para emissoras públicas de comunicação, parte do plano de cortes do presidente no orçamento federal.

    O Partido Republicano tem maioria em ambas casas do Congresso, ainda que apertada, e a aprovação da medida era esperada.

    “O presidente Trump e os republicanos da Câmara prometeram responsabilidade fiscal e eficiência governamental”, afirmou o presidente da Câmara, Mike Johnson, em comunicado. “Hoje, mais uma vez, estamos cumprindo a promessa”, acrescentou.

    A quantia, porém, é apenas uma fração dos cortes de US$ 1 trilhão por ano que o governo americano prometeu, quando o empresário Elon Musk, ex-conselheiro de Trump, comandava o chamado “Departamento de Eficiência Governamental” (DOGE). O bilionário deixou o governo em maio, e os dois romperam em seguida devido a uma proposta de lei orçamentária avançada por Trump – que, aprovada recentemente pelos republicanos no Congresso, prevê adicionar mais de US$ 3 trilhões à dívida americana.

    Assistência global e rádios públicas

    A maior parte dos cortes do pacote aprovado nesta sexta é voltada a programas assistenciais para países estrangeiros afetados por guerras, doenças infecciosas e desastres naturais. No entanto, a medida também elimina US$ 1,1 bilhão que seria direcionado à Corporação de Radiodifusão Pública nos próximos dois anos. Trump e muitos legisladores republicanos alegam que os gastos com radiodifusão são desnecessários, e entendem que a cobertura jornalística é tendenciosa contra a direita.

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    Anteriormente alocados pelo Congresso, os gastos foram revistos pela Câmara dos Deputados em junho, quando houve a aprovação do pacote de cortes por 214 votos a 212. Na época, a redução de financiamento de ajuda internacional englobava verbas destinadas ao plano PEPFAR de combate a Aids, criado pelo então presidente George Bush em 2003.

    Os cortes no programa de saúde global levantaram resistência por parte dos senadores, fazendo com que o diretor do Escritório de Gestão e Orçamento, Russell Vought, tivesse que se manifestar na terça-feira 15, declarando que o programa estaria isento da medida, abrindo caminho para a aprovação.

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