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Charlie Kirk pediu a Trump para que aplicasse tarifas ao Brasil por julgamento de Bolsonaro

Declaração foi feita em março, meses antes do republicano anunciar tarifas de 50% aos produtos brasileiros e sancionar o ministro Alexandre de Moraes

Por Paula Freitas Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 set 2025, 10h41 • Atualizado em 11 set 2025, 16h31
  • O ativista conservador Charlie Kirk, que foi morto nesta quarta-feira, 10, por um atirador, apelou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de quem era aliado, para que aplicasse “tarifas e, se necessário, sanções ao Brasil” devido ao “comportamento imprudente e imoral” do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi feita em março, quatro meses antes do republicano anunciar tarifas de 50% aos produtos brasileiros e sancionar o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

    Em declaração no seu próprio programa, o The Charlie Kirk Show, ele pediu ao líder americano para que avançasse nas punições após o mais alto tribunal brasileiro aceitar a denúncia contra Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. Na ocasião, Kirk afirmou “juízes e procuradores-gerais impuseram controles abrangentes de liberdade de expressão no X e em outras plataformas de liberdade de expressão”, acrescentando: “Agora, Bolsonaro será julgado por supostamente planejar um golpe”.

    “O presidente Lula disse ontem que é dever de Bolsonaro, abre aspas, provar sua inocência. Não é inocente até que se prove o contrário. É culpado até que se prove o contrário”, continuou ele. “Isso acontece em um país, o Brasil, que supostamente chamamos de aliado. Se a Rússia fizesse isso, nós a sancionaríamos.”

    “Se o Brasil faz isso, por que estamos tolerando? E a resposta é que não deveríamos. O Departamento de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o presidente Trump deveriam impor tarifas e, se necessário, sanções ao Brasil por esse tipo de comportamento imprudente e imoral”, concluiu.

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    Morte de Kirk

    Kirk foi assassinado nesta quarta-feira, 10, enquanto respondia a perguntas sobre violência armada em uma universidade em Utah, no centro-oeste do país. Segundo a instituição, Kirk foi atingido cerca de 20 minutos após iniciar seu discurso em um evento da Turning Point USA, organização cofundada por ele que defende políticas conservadoras em escolas e universidades.

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    O ativista foi retirado do local por sua equipe de segurança. A porta-voz da universidade, Ellen Treanor, afirmou que o atirador estava no Losee Center, um prédio a cerca de 180 metros de distância de onde estava seu alvo. Pelo menos 1.000 pessoas estavam presentes no evento na Universidade Utah Valley no momento do ataque, segundo Trotter.

    O campus foi fechado após o ataque e as aulas foram canceladas até novo aviso. Vídeos postados online mostram pessoas fugindo do evento após o disparo de um tiro. Uma gravação parece mostrar a cabeça de Kirk sendo jogada para trás e sangue escorrendo de seu pescoço.

    Tanto democratas e quanto republicanos rapidamente condenaram o tiroteio com postagens nas redes sociais e pronunciamentos no Congresso. Em uma publicação, o democrata Gavin Newsom, governador da Califórnia, chamou a violência de “repugnante, vil e repreensível”. Trump ordenou que as bandeiras americanas fossem baixadas a meio mastro até a noite de domingo em homenagem ao aliado.

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    Charlie Kirk era um dos mais proeminentes ativistas pró-Trump e personalidades da mídia conservadora nos Estados Unidos. Ao longo da última década, ele conquistou milhões de seguidores nas redes e teve papel central na mobilização de eleitores jovens em apoio a Trump, especialmente durante a última campanha presidencial. Embora não fizesse parte do governo, sua influência na Casa Branca era considerável. Desde a eleição de novembro, ele ajudou a avaliar possíveis indicados, testando sua lealdade ao presidente.

    Seus eventos em campi universitários costumam atrair grandes multidões e chamar atenção da mídia. Sua aparição nesta quarta em Utah foi a primeira parada da turnê “American Comeback”, ou “retorno americano”, em tradução livre, organizada pela Turning Point.

     

     

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