Clique e Assine VEJA por R$ 9,90/mês
Continua após publicidade

Cerca de 13 mil soldados da Ucrânia morreram na guerra, diz Kiev

Conselheiro do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky atualizou números revelados em agosto: desde então houve aumento de 4 mil mortes

Por Da Redação
Atualizado em 2 dez 2022, 18h25 - Publicado em 2 dez 2022, 15h31

Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro, cerca de 13 mil soldados ucranianos morreram em batalha, disse um conselheiro da Presidência ucraniana, Mykhailo Podolyak, na quinta-feira 1º. Os últimos dados eram do final de agosto, quando o chefe das Forças Armadas relatou que quase 9 mil soldados haviam perdido a vida.

“Temos números oficiais da equipe geral, temos números oficiais do comando principal e eles equivalem (de) 10 mil a 13 mil mortos”, disse Podolyak ao Canal 24 da Ucrânia.

“Estamos abertos a falar sobre o número de mortos”, acrescentou, dizendo que mais soldados foram feridos do que morreram. Além disso, continuou, “o número de civis mortos pode ser ‘significativo'”.

Nem a Ucrânia nem a Rússia tendem a liberar números para baixas, e os comentários de Podolyak não foram confirmados pelos militares ucranianos ainda.

Continua após a publicidade

No mês passado, o general sênior dos Estados Unidos, Mark Milley, afirmou que cerca de 100 mil soldados russos e 100 mil ucranianos foram mortos ou feridos desde o início da guerra.

+ Ucrânia detém autoridade de Kherson suspeita de ajudar ocupantes russos

Em um discurso em vídeo na quarta-feira, a chefe da Comissão da União Europeia, Ursula von der Leyen, disse que 100 mil soldados ucranianos morreram. No entanto, um porta-voz da Comissão mais tarde esclareceu que essa declaração havia sido um erro, que o número se refere à soma dos mortos e feridos.

Continua após a publicidade

Outro conselheiro do presidente Volodymyr Zelensky, Oleksiy Arestovych, declarou em uma entrevista em vídeo na quarta-feira 30 que o número de mortos russos era cerca de sete vezes o montante da Ucrânia.

A Rússia e a Ucrânia são suspeitas de minimizar suas perdas para evitar minar o moral de seus soldados.

Milhares de civis ucranianos também foram mortos ou mutilados na guerra e agora estão enfrentando um inverno sem calor, energia ou água depois que Moscou atacou as usinas de energia e infraestrutura energética do país.

Continua após a publicidade

As Forças Armadas da Ucrânia montaram um contra-ataque em setembro que os levou a conquistar faixas de território no nordeste e sul do país, incluindo a cidade estrategicamente importante de Kherson, que havia sido ocupada pela Rússia logo após sua invasão de 24 de fevereiro. Agora, os confrontos  mais intensos estão ocorrendo na região leste de Donetsk.

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Domine o fato. Confie na fonte.

10 grandes marcas em uma única assinatura digital

MELHOR
OFERTA

Digital Completo
Digital Completo

Acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de 9,90/mês*

ou
Impressa + Digital
Impressa + Digital

Receba Veja impressa e tenha acesso ilimitado ao site, edições digitais e acervo de todos os títulos Abril nos apps*

a partir de 49,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$118,80, equivalente a 9,90/mês.

PARABÉNS! Você já pode ler essa matéria grátis.
Fechar

Não vá embora sem ler essa matéria!
Assista um anúncio e leia grátis
CLIQUE AQUI.