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Casa Branca reage às novas críticas de Lula a Donald Trump

Mais cedo, petista disse que americano não foi eleito para ser 'imperador do mundo' e que o Brasil não quer ser refém de Washington

Por Caio Saad Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 17 jul 2025, 16h19 • Atualizado em 17 jul 2025, 17h38
  • A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, reagiu nesta quinta-feira, 17, às novas críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Donald Trump. Mais cedo, em entrevista a Christiane Amanpour, da emissora americana CNN, o petista disse que o republicano não foi eleito para ser “imperador do mundo” e que o Brasil não quer ser refém de Washington.

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    Questionada sobre a declaração de Lula, Leavitt afirmou que “o presidente certamente não está tentando ser o imperador do mundo”, mas ressaltou que, em seu próprio entendimento, ele é “o líder do mundo livre”. Ao longo de suas últimas falas, assim como na entrevista desta quinta-feira, Lula vem destacando que o Brasil é soberano e não aceitará imposições.

    Em sequência, a porta-voz citou a carta enviada por Trump ao governo brasileiro com o anúncio de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, assim como a abertura, na terça-feira 15, de uma investigação comercial contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Na ocasião, o americano criticou o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e as decisões da Justiça brasileira contra empresas de mídia americana.

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    A apuração vai determinar se atos, políticas e práticas do governo brasileiro são de alguma forma injustas ou discriminatórias e prejudicam ou restringem o comércio americano.

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    Segundo Leavitt,  a “fraca proteção à propriedade intelectual” no Brasil prejudica empresas americanas de tecnologia e inovação e o desmatamento ilegal coloca produtores e agricultores americanos “em desvantagem competitiva”.

    A investigação analisará as práticas brasileiras em seis frentes, no que diz respeito a comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas, interferência em medidas anticorrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Se trata de mais uma frente de pressão na guerra comercial entre Estados Unidos e Brasil, que reclama de questões tão variadas como Pix e a Rua 25 de Março, símbolo do comércio popular em São Paulo – mas sem apresentar provas das supostas práticas comerciais desleais.

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