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Trump disposto a usar força militar para defender liberdade, afirma Casa Branca sobre julgamento de Bolsonaro

Porta-voz disse que, até o momento, governo dos EUA descarta novas sanções ao Brasil

Por Júlia Sofia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 9 set 2025, 17h39 • Atualizado em 9 set 2025, 19h46
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “não tem medo de usar meios militares e econômicos para proteger a liberdade de expressão ao redor do mundo”, afirmou Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, nesta terça-feira 9.

    A declaração foi dada em resposta a perguntas sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF).

    Questionada sobre a possibilidade de os EUA adotarem medidas retaliatórias contra o governo brasileiro caso Bolsonaro seja condenado, Leavitt afirmou que, no momento, não há nenhuma ação adicional prevista.

    Ela reforçou que a proteção da liberdade de expressão é prioridade para o governo americano.

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    “A liberdade de expressão é, sem dúvida, a questão mais importante do nosso tempo. Ela está consagrada em nossa Constituição, e o presidente acredita fortemente nela”, disse Leavitt.

    Segundo a porta-voz, o governo americano já tomou medidas significativas em relação ao Brasil, na forma de sanções e tarifas, para “garantir que países ao redor do mundo não punam seus cidadãos dessa forma”.

    Trump tem repetido que o governo brasileiro foi “muito para a esquerda radical” e, em outras ocasiões, demonstrou apoio direto a Bolsonaro. “Ele [Bolsonaro] é um homem honesto. O que estão tentando fazer com ele é uma execução política, e isso é terrível”, disse o republicano recentemente a repórteres na Casa Branca.

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    O julgamento

    O STF entrou nesta terça-feira na segunda semana do julgamento de Bolsonaro e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado. O plano, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), visava reverter o resultado das eleições de 2022 e manter o então presidente no poder.

    Entre os acusados estão ex-ministros Walter Braga Netto, Augusto Heleno, Anderson Torres e Paulo Sérgio Nogueira; o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ); o ex-comandante da Marinha Almir Garnier e o tenente-coronel Mauro Cid.

    O ministro Alexandre de Moraes pediu a condenação de Bolsonaro pelos cinco crimes apontados pela PGR: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, organização criminosa armada, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

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    O processo é considerado um divisor de águas na relação entre as Forças Armadas e o Judiciário, pois pode levar pela primeira vez à prisão de integrantes da cúpula militar por crimes contra a democracia.

     

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