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Cambridge Analytica vai fechar após escândalo do Facebook

Dados de 87 milhões de usuários da rede social foram usados pela empresa para consultoria política

Por Da Redação
Atualizado em 2 Maio 2018, 19h42 - Publicado em 2 Maio 2018, 17h52
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  • Placa da empresa Cambridge Analytica é vista no saguão de prédio em Londres, na Inglaterra - 21/03/2018
    Placa da empresa Cambridge Analytica é vista no saguão de prédio em Londres, na Inglaterra - 21/03/2018 (Chris J Ratcliffe/Getty Images)

    Pivô da polêmica sobre o suposto uso indevido de dados de milhões de usuários do Facebook, a empresa de consultoria britânica Cambridge Analytica, anunciou nesta quarta-feira 2 a interrupção de todas suas atividades.

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    “Determinamos a inviabilidade das operações”, anunciou a companhia, em comunicado.

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    Tanto a Cambridge Analytica como sua matriz, a SCL Elections, iniciaram os procedimentos para declarar-se insolventes no Reino Unido, segundo a nota oficial divulgada pela empresa. A primeira também pretende começar um processo legal similar nos Estados Unidos.

    A notícia foi adiantada pelo jornal Wall Street Journal. Segundo o dono do SCL Group, Nigel Oakes, o fechamento deve-se à perda de clientes e a “crescentes” despesas com assuntos legais.

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    Em março, foi divulgado que os dados de 87 milhões de usuários do Facebook foram usados pela Cambridge Analytica para efeitos de consultoria política.

    A empresa foi acusada de usar os dados, sem o consentimento dos internautas, para elaborar propagandas e conteúdo publicitário para influenciar o voto dos eleitores nos Estados Unidos, favorecendo a campanha do presidente Donald Trump em 2016.

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    A Cambridge Analytica nega qualquer irregularidade e culpa a cobertura negativa da imprensa mundial por sua ruína. Em comunicado, a consultoria afirmou que foi “desdenhada por atividades que não só são legais, mas também amplamente aceitas como um componente padrão da publicidade on-line, tanto na área política como na comercial”.

    O caso levou Mark Zuckerberg, fundador e diretor executivo do Facebook, a depor perante o Senado e a Câmara de Representantes dos Estados Unidos, em abril. Durante a sessão, Zuckerberg admitiu ser culpado pelo vazamento e afirmou que pretende “proteger as eleições de todo o mundo”.

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    (Com EFE e AFP)

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