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Barcelona tem marcha de 500 mil pessoas contra o terrorismo

Presente no ato está o rei Felipe VI; é a primeira vez que um monarca participa de uma manifestação na história da democracia espanhola

Por Da redação - Atualizado em 26 ago 2017, 15h16 - Publicado em 26 ago 2017, 13h49

Mais de 500 mil pessoas, entre elas as principais autoridades da Espanha, participam neste sábado de uma manifestação que percorre as principais ruas de Barcelona para protestar contra o terrorismo e homenagear às vítimas dos atentados que deixaram 15 mortos na Catalunha, há cerca de uma semana.

O rei da Espanha, Felipe VI, está presente no ato, acompanhado do presidente do governo da Espanha, Mariano Rajoy, do presidente da região da Catalunha, Carles Puigdemont, e da prefeita de Barcelona, Ada Colau.

É a primeira vez que um rei participa de uma manifestação na história da democracia da Espanha. Ainda como príncipe, Felipe VI liderou a marcha de 2004 em Madri, após os atentados de 11 de março daquele ano, que deixaram 193 mortos e mais de 1.700 feridos.

Um único cartaz com a frase escrita em catalão “No tinc por” (Não tenho medo) abriu a manifestação, com destino à Praça da Catalunha, ao lado de Las Ramblas, local onde um dos terroristas atropelou dezenas de pessoas com uma van, deixando 13 mortos e mais de cem feridos.

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A manifestação, que começou por volta das 18h locais (13h em Brasília), foi convocada pela Câmara Municipal de Barcelona e pelo governo regional da Catalunha.

Carregam esse primeiro cartaz membros das forças de segurança, dos serviços de emergência, das comunidades muçulmanas e de associações civis e de alguns grupos de profissionais que ajudaram as vítimas logo depois do ataque.

Mais atrás estão familiares das vítimas dos atentados de Barcelona e Cambrils, além de uma delegação de organizações que trabalham em favor da paz, contra o racismo e em defesa dos direitos humanos.

Na sequência estão os representantes das mais altas instituições da Espanha, da Catalunha, das demais regiões e cidades do país, assim como líderes de partidos políticos.

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(Com a EFE)

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