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Ataque russo com mísseis deixa seis mortos e mais de 70 feridos na Ucrânia

Principais cidades atingidas pela salva de 41 mísseis foram a capital, Kiev, e Kharkiv; Moscou alegou que só mirou em infraestruturas militares ucranianas

Por Da Redação
23 jan 2024, 09h37

Autoridades ucranianas afirmaram nesta terça-feira, 23, que uma salva de ataques aéreos da Rússia atingiram a capital do país, Kiev, e uma série de outras cidades. Os mísseis mataram ao menos seis pessoas e deixaram mais de 70 feridas, um mês antes da guerra completar três anos.

O governador da região de Kharkiv, Oleh Synehubov, comunicou pelo aplicativo de mensagens Telegram que cinco dos mortos e 51 feridos estavam na cidade homônima, que fica no leste da Ucrânia. Ihor Terekhov, prefeito de Kharkiv, afirmou em entrevista à televisão local que equipes de resgate ainda estão buscando sobreviventes entre os escombros dos mais de 30 prédios residenciais danificados pelos ataques.

A empresa estatal de energia Naftogaz disse ainda que um gasoduto em Kharkiv também foi danificado, o que, de acordo com o Ministério da Energia, privou milhares de habitantes de eletricidade.

Os ataques desta terça-feira também mataram uma pessoa na cidade de Pavlohrad, no sudeste da Ucrânia.

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Na capital

Em Kiev, autoridades locais disseram que até 22 pessoas, incluindo três crianças, ficaram feridas em pelo menos três distritos. Vários apartamentos e edifícios não residenciais também pegaram fogo. Alguns dos danos na capital ocorreram perto do escritório das Nações Unidas, informou a coordenadora do local, Denise Brown, em comunicado.

A Força Aérea da Ucrânia disse que os militares destruíram 21 dos 41 mísseis de vários tipos disparados pela Rússia. Quase 20 foram abatidos sobre Kiev, disse um porta-voz da cidade.

O Ministério da Defesa russo alegou em comunicado nesta terça-feira que só atacou empresas que produzem mísseis, explosivos e munições.

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Ataques aéreos x linha de frente

Desde que invadiu o país vizinho, em fevereiro de 2022, a Rússia tem realizado, de forma intensa e regular, bombardeios contra cidades e infraestruturas civis ucranianas muito atrás das linhas da frente da guerra.

Kiev continua seu pleito por mais sistemas avançados de defesa aérea aos seus aliados no Ocidente. Moscou têm utilizado uma combinação de mísseis aéreos e terrestres, que são mais difíceis de abater.

“O mundo deve compreender que este terror só pode ser detido pela força”, escreveu o chefe da administração presidencial da Ucrânia, Andriy Yermak, no Telegram.

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Seus soldados, entretanto, continuam atacando vários pontos ao longo do extenso front no leste e tentam voltar a uma postura predominantemente ofensiva após um ano de foco nas defesas, segundo avaliação do exército da Ucrânia.

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