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Aprovação de Trump vai a 41% com plano para reduzir preços e recuperar apoio republicano

Presidente dos Estados Unidos afirma estar trabalhando para conter alta no custo de vida, mas inflação permanece acima da média

Por Ernesto Neves 9 dez 2025, 12h28 • Atualizado em 9 dez 2025, 13h06
  • A aprovação do presidente Donald Trump nos Estados Unidos avançou para 41% na última semana, segundo pesquisa Reuters/Ipsos, refletindo um crescente apoio republicano às suas iniciativas voltadas ao custo de vida.

    O levantamento, realizado ao longo de seis dias e encerrado na segunda-feira, mostra que a avaliação de Trump subiu de 38% no final de novembro, o menor índice desde que retornou à Casa Branca em janeiro. No início de seu segundo mandato, o presidente havia registrado 47% de aprovação.

    O aumento ocorre após meses de críticas à administração sobre a inflação elevada, que prejudicaram aliados republicanos em eleições estaduais em novembro.

    Recentemente, Trump tem atuado de forma mais incisiva no tema, reduzindo algumas tarifas e prometendo combater o aumento nos preços de alimentos.

    Ele chegou a classificar a ênfase dos democratas sobre a inflação como “uma farsa” e tem previsão de discursar sobre acessibilidade e questões econômicas na Pensilvânia, estado-chave em eleições nacionais, onde várias disputas congressionais prometem ser acirradas no próximo ano.

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    Embora a avaliação de Trump sobre o custo de vida permaneça entre os pontos mais baixos de sua popularidade, passando de 26% no final de novembro para 31%.

    Houve ganho expressivo entre os republicanos, com 69% aprovando sua atuação nesse tema, contra 82% que aprovavam seu desempenho geral no mês anterior, número que agora subiu para 85%.

    Entre os hispânicos, grupo que foi decisivo para sua vitória em 2024 sobre a vice-presidente Kamala Harris, a aprovação também teve ligeiro avanço, de 32% para 34%.

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    A inflação elevada, que começou a subir durante o mandato de Joe Biden, e que foi um dos principais fatores que influenciaram a eleição de Trump, continua acima da média histórica, com aumento de 3% nos 12 meses encerrados em setembro, acima do padrão de cerca de 2%.

    Durante o primeiro mandato de Biden, a insatisfação com o poder de compra da população foi um desafio político constante, com aprovação média abaixo dos 50% em grande parte de seu governo, evidenciando a sensibilidade dos eleitores americanos ao tema da inflação e ao impacto direto na vida cotidiana.

    O cenário atual mostra que a estratégia de Trump de focar na acessibilidade e no custo de vida tem surtido efeito limitado, mas suficiente para recuperar apoio entre aliados e segmentos do eleitorado que haviam se afastado, sinalizando um fortalecimento de sua base a um ano das próximas disputas eleitorais.

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