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Aprovação de Trump cai para 39% em meio a descontentamento com economia

Embora o republicano tenha sido eleito sob a promessa de acabar com a inflação, medidas econômicas têm sido insuficientes para controlar o índice

Por Flávio Monteiro 17 dez 2025, 11h06 • Atualizado em 17 dez 2025, 11h53
  • A aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se aproxima do nível mais baixo de seu mandato atual, segundo uma nova pesquisa promovida pela agência de notícias Reuters em parceria com a empresa de pesquisas Ipsos. Divulgado nesta terça-feira, 16, o levantamento Reuters/Ipsos aponta que a aprovação do republicano caiu dos 41% registrados no início de dezembro para 39%, somente um ponto percentual acima da menor avaliação do presidente neste ano.

    Embora tenha retornado à Casa Branca com uma avaliação de 47% em janeiro, Trump tem visto sua popularidade diminuir de maneira constante, uma queda potencializada pela insatisfação dos americanos com a forma como o presidente conduz a economia do país. Na pesquisa apresentada nesta terça, somente 33% dos americanos adultos disseram aprovar as medidas econômicas do republicano, sendo a menor avaliação no quesito neste segundo mandato.

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    Apesar do apoio republicano ao presidente seguir forte, com 85% aprovando seu desempenho geral, a parcela de eleitores do partido que veem a condução econômica de Trump como positiva caiu para 72%, o menor índice deste ano.

    Não há dados atualizados sobre a economia americana devido à recente paralisação do governo, o Shutdown, mas muitos economistas acreditam que houve um recuo nas contratações devido ao choque causado pelas tarifas de importação impostas pelo governo.

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    Eleito em novembro de 2024, Trump contou com a insatisfação da população com a gestão econômica do democrata Joe Biden para voltar à Casa Branca. Sob o ex-presidente, os EUA vivenciaram um período de inflação elevada, que o republicano prometeu consertar.

    No entanto, as medidas tomadas pelo atual mandatário parecem ser insuficientes, já que a inflação segue persistentemente elevada, acima da taxa considerada saudável de 2% e quase atingindo 3 pontos percentuais.

    Além disso, a aprovação sobre o custo de vida também caiu dos 31% vistos no início do mês para 27%. O levantamento promovido pela Reuters/Ipsos foi feito de forma online, reunindo respostas de 1.016 pessoas em todo o país, tendo uma margem de erro de três pontos percentuais.

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