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Acidente com helicópteros mata 13 militares franceses no Mali

Aeronaves colidiram no ar; incidente aconteceu durante operação contra terroristas no país

Por Da Redação - Atualizado em 26 nov 2019, 10h15 - Publicado em 26 nov 2019, 10h04

A colisão acidental entre dois helicópteros deixou 13 militares franceses da força antiterrorista mortos no Mali nesta terça-feira, 26. O incidente aconteceu durante uma operação de combate a jihadistas no centro do país.

A força francesa Barkhane, com 4.500 homens, enfrenta insurgências islâmicas na região do Sahel, onde a violência de militantes ligados à Al Qaeda e ao Estado Islâmico em uma região esparsamente povoada se proliferou nos últimos anos. Este foi o incidente com a maior perda de tropas francesas em combate na região desde que o país iniciou uma intervenção em 2013.

“O presidente anuncia com profunda tristeza a morte de 13 soldados franceses no Mali na noite de 25 de novembro, em um acidente entre dois helicópteros, durante uma missão de combate contra jihadistas”, disse o gabinete da presidência em nota. Entre os mortos está o filho do senador Jean-Marie Bockel, do partido Esquerda Moderna.

As circunstâncias do acidente não ficaram claras de imediato. A ministra francesa das Forças Armadas, Florence Parly, disse que o incidente ocorreu quando os helicópteros estavam no ar.

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O Ministério da Defesa disse que os helicópteros envolvidos eram um Tiger e um Cougar e que a operação ocorreu no centro do Mali. “Estes estavam apoiando comandos da força Barkhane que estavam combatendo terroristas armados”, disse o órgão em um comunicado.

A França, ex-potência colonial da região, interveio no Mali seis anos atrás para expulsar militantes islâmicos que haviam ocupado o norte e ainda usam parcelas do país como plataformas de lançamento de ataques na região predominantemente desértica.

Desde então, Paris mantém tropas na região como parte das operações de contraterrorismo Barkhane, e potências ocidentais vêm proporcionando financiamento a uma força regional composta por soldados do Mali, Níger, Burkina Faso, Chade e Mauritânia.

(Com Reuters e AFP)

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