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A ofensiva arriscada de Netanyahu no Catar

No Iêmen, onde Israel combate a facção xiita conhecida como hutis, pessoas saíram às ruas para protestar contra a agressão

Por Amanda Péchy Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 12 set 2025, 06h00 • Atualizado em 12 set 2025, 11h38
  • Desde que iniciou o contra-ataque aos atentados terroristas de 7 de outubro, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, já havia deixado claro que não respeitaria fronteiras para combater o Hamas. Sem hesitar, bombardearia o Irã e o Líbano, países acusados de colaborar com a organização inimiga. Na terça-feira 9, ele surpreendeu até seus aliados ao ordenar uma investida no Catar, nação amiga dos Estados Unidos, “à luz de uma oportunidade operacional”. Foi passo arriscado. A ofensiva a um prédio residencial, localizado na capital, Doha, no bairro das embaixadas, matou um funcionário do Ministério do Interior atrelado à agremiação palestina e um filho de Khalil al-Hayya, o negociador-chefe do grupo. O mundo árabe respondeu com revolta. No Iêmen, onde Israel combate a facção xiita conhecida como hutis, pessoas saíram às ruas para protestar contra a agressão. “Chegamos a um momento decisivo em que é necessária uma resposta de toda a região a tais ações bárbaras”, disse o xeique Mohammed bin al-Thani, primeiro-ministro do Catar. Difícil dizer se a ação de Israel tem por objetivo queimar as pontes de negociações, em efeito natural e nada inesperado, ou desferir um golpe tão grande que obrigue o Hamas a aceitar um acordo para libertar os reféns que ainda mantém sob seu poder. Certo, por enquanto, é o aumento da pressão internacional e o caos no vaivém interno, em um país rachado ao meio nas pontas das decisões de Netanyahu. A paz ficou ainda mais distante no Oriente Médio.

    Publicado em VEJA de 12 de setembro de 2025, edição nº 2961

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