Oferta Dia da Liberdade do Pensamento: 4 Revistas em casa 35,90/mês

Intervalo ou espetáculo? Chefão da FIFA quer transformar a Copa do Mundo em show

Gianni Infantino flerta com apresentações comandadas por Coldplay na final de 2026, que podem transformar o futebol em entretenimento em outra escala

Por Simone Blanes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 abr 2026, 10h42 | Atualizado em 17 abr 2026, 11h28
Intervalo ou espetáculo? Chefão da FIFA quer transformar a Copa do Mundo em show Priorizar nos meus resultados Google

Durante décadas, a final da Copa do Mundo foi um ritual quase sagrado: 90 minutos de tensão contínua, sem distrações, sem pirotecnia, sem nada que competisse com o jogo. Mas, ao que tudo indica, esse purismo pode estar com os dias contados.

Em declarações recentes, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, deixou escapar uma ideia que soa quase herética para os mais tradicionais: a criação de um show de intervalo na final da Copa de 2026. E não qualquer show. A curadoria, segundo ele, ficaria nas mãos de Chris Martin e da banda Coldplay.

A proposta quebra um paradigma histórico. Diferentemente de eventos como o Super Bowl — onde o halftime show virou um espetáculo à parte, capaz de rivalizar com o próprio jogo —, a Copa sempre manteve o foco absoluto no futebol. Sem interrupções coreografadas, sem grandes produções musicais. Até agora.

Segundo Infantino, a ideia não é apostar em um único artista, mas em um line-up de peso, reunindo diferentes nomes e ampliando o alcance global do evento. “Não será apenas um. Será o maior do mundo”, prometeu, em tom quase cinematográfico.

A movimentação revela um reposicionamento estratégico. Ao flertar com o formato do entretenimento de massa, a FIFA tenta capturar não só os fãs de futebol, mas também um público mais amplo — aquele que consome cultura pop, música e grandes eventos como experiências completas.

Continua após a publicidade

A pergunta que fica é inevitável: o futebol precisa disso? Para os puristas, a resposta tende a ser um sonoro não. A final da Copa, dizem, já é o maior espetáculo do planeta — qualquer adição seria excesso. Mas há quem veja na proposta uma evolução natural, alinhada a um mundo em que esporte e entretenimento caminham cada vez mais juntos.

Se sair do papel como prometido, a final de 2026 pode marcar o início de uma nova era de mais espetáculo. E talvez, no meio disso tudo, o futebol precise aprender a dividir o palco.

 

Publicidade
TUDO SOBRE A COPA,
EM UM SÓ LUGAR

VER COBERTURA COMPLETA

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo e branco, ao lado de Você pediu, a gente ouviu! em branco. À direita, capas de revistas e um celular com tela ligada, e um ícone de árvore à esquerda.Banner laranja com texto OFERTA RELÂMPAGO em amarelo neon, acompanhado de um raio. Abaixo, Você pediu, a gente ouviu!. À direita, capas de revistas: SUPER com um copo de milk-shake, VEJA com paisagem e MUNDO ESTRANHO com carros. Um ícone de árvore estilizada no canto superior direito
OFERTA RELÂMPAGO

Digital Básico

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 14,99/mês Apenas R$ 2,99/mês
ECONOMIZE ATÉ 33% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 10,00) + Abril Signature Ouro, o novo programa de benefícios da Abril, que te dá acesso a descontos exclusivos e cashback em centenas de estabelecimentos.
De: R$ 55,90/mês
A partir de R$ 39,99/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$35,88, equivalente a R$2,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).