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Rio pode sediar programa de talentos com Jennifer Lopez

'Q'Viva - The Chosen' terá artistas da América do Sul e será transmitido nos EUA

Por Carol Carvalho - 15 jun 2011, 11h35

O Rio de Janeiro poderá ser uma das locações do novo programa de talentos da cantora e atriz Jennifer Lopez. Em uma viagem a Los Angeles, na semana passada, representantes da Rio Film Commission, entidade que representa o cinema do Rio de Janeiro, abriram negociação para que a capital fluminense sirva de cenário para o Q’Viva – The Chosen, que vai reunir candidatos de 21 países da América do Sul, e será transmitido nos Estados Unidos.

De acordo com Steve Solot, diretor da Rio Film Commission, parceria da Rio Filme com a Secretaria de Estado de Cultura do Rio, a produtora americana responsável pelo programa já mandou uma equipe para o Rio de Janeiro, e por enquanto estuda locais para a realização do show. “Queremos, sobretudo, que a última fase, a grande final com Jennifer Lopez, seja aqui. Vai ser maravilhoso para o país”, afirmou.

O Q’Viva – The Chosen será apresentado também pelo marido de Lopez, Marc Anthony, e pelo aclamado produtor e coreógrafo Jamie King. Ao invés de testes em estúdios, os candidatos – que podem ser músicos, dançarinos, artistas de circo, entre outros – se encontrarão com os apresentadores em bares, casas noturnas e estúdios de dança dos locais onde residem.

O acordo para realização do programa no Rio de Janeiro, segundo a Rio Film Comission, deve ser firmado dentro de três semanas. O contrato prevê que cada produção estrangeira no Brasil use uma produtora registrada e estabelecida no Rio de Janeiro.

Para Steve Solot, as viagens recentes aos Estados Unidos serviram para colocar oficialmente o Rio de Janeiro no mapa dos grandes estúdios. “Nossa prova de fogo foi em novembro, com a filmagem da continuação da saga Crepúsculo, e na mesma semana, a gravação de Velozes e Furiosos. Foi uma desmonstração para o mundo que o Rio tem capacidade de atender produções de grandes porte, que tem mão de obra qualificada e relação aberta com as entidades governamentais.”

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