Pamela Anderson expõe diagnóstico que recebeu como ‘sentença de morte’
Atriz relembrou fase difícil da vida durante evento de gala da amfAR em Veneza
Pamela Anderson, 59 anos, relembrou um dos períodos mais difíceis de sua vida durante o gala da amfAR em Veneza, no domingo, 6. Homenageada com o Award of Courage, a atriz contou que, ao ser diagnosticada com hepatite C, ouviu de um médico que provavelmente teria apenas mais dez anos de vida. “Era uma sentença de morte. Foi o que meu médico me disse — que eu provavelmente teria cerca de dez anos de vida”, afirmou.
Segundo Pamela, o diagnóstico afetou profundamente suas decisões, principalmente por causa dos dois filhos, Brandon e Dylan, frutos de seu relacionamento com Tommy Lee. “Não era medo da morte, mas medo do que aconteceria com meus filhos pequenos. Isso virou minha vida de cabeça para baixo”, declarou durante a homenagem com o Prêmio de Coragem da amfAR, organização sem fins lucrativos dedicada a acabar com a epidemia de HIV/Aids.
Com a descoberta da cura para a infecção viral em 2011, Anderson estava “livre da hepatite C”, embora “tenha usado toda a minha reserva financeira. A doença, porém, deixou marcas emocionais. Pamela afirmou que ainda carrega sentimentos de vergonha e culpa relacionados ao período.
“Minha experiência de vergonha e culpa também foi uma jornada inconsciente. Ela permanece comigo; me assombra. E assim como o abuso sexual que sofri na infância, parecia que estava gravado na minha testa: Mercadoria danificada. E eu me apresentava como tal”, disse a estrela de Baywatch.
Ao concluir o discurso, ela resumiu a forma como passou a enxergar a própria trajetória: “Não sou uma vítima, sou uma vencedora. Sou forte e capaz, mais agora do que jamais poderia imaginar… Não sou uma donzela em perigo, por mais fácil que seja desempenhar esse papel”.
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