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O novo capítulo da disputa judicial dos filhos de Cid Moreira com viúva do jornalista

VEJA conversou com advogado dos filhos do jornalista que acusam esposa do pai de desvio de dinheiro

Por Bárbara Bigas 21 out 2025, 17h40 • Atualizado em 21 out 2025, 18h42
  • Roger e Rodrigo Moreira, filhos do jornalista Cid Moreira (1927-2024), solicitaram a abertura de um inquérito para investigar Maria de Fátima Sampaio Moreira, viúva do jornalista. Segundo documento obtido por VEJA, Fátima está sendo acusada de desvio de patrimônio do falecido. O documento alega que, desde que Cid passou a viver na companhia de Fátima, a viúva “procurou afastá-lo de seus familiares, amigos, advogados e parentes, aproveitando-se da evolução da demência para transferir para o seu nome o patrimônio dele”. Há ainda alegação de alienação de bens de forma “fraudulenta”, falsificação de assinaturas e utilização de documentos antigos, datados de quando Cid ainda estava vivo. A defesa de Maria de Fátima Sampaio Moreira informou que não vai se posicionar sobre o assunto.

    Ainda segundo detalhes do processo, os filhos Roger e Rodrigo, que não mantinham contato com o pai, foram avisados por um ex-funcionário doméstico sobre a situação de abandono em que o jornalista se encontrava. Cid estaria se alimentando com comidas estragadas, não teria acesso à medicação necessária e permanecia sozinho por longos períodos. O documento argumenta que há indícios de “violência psicológica e patrimonial contra idoso” e que na fase final de sua vida, Cid teria sofrido com demência em estágio avançado, que, segundo a defesa dos filhos, pode ser comprovada por evidências clínicas.

    Procurado pela reportagem, o advogado de Roger e Rodrigo Moreira, Ângelo Carbone, revelou os próximos passos da luta judicial. “O objetivo é que seja agora realizada uma perícia judicial indireta em busca de uma declaração de que o mesmo [Cid Moreira] não tinha condições de administrar sua vida por problemas psiquiátricos e que foi usado pela viúva”, afirmou.

    De acordo com o advogado, cerca de 1 milhão de reais foram desviados. Em 2024, o Ministério Público do Rio de Janeiro investigou as evidências enviadas pelos irmãos sobre má apropriação do patrimônio de Cid por Fátima, mas concluiu que se tratava de uma “declaração caluniosa”. Carbone afirmou que o pedido de interdição foi julgado “apressadamente” e que já está solicitando o arquivamento da denúncia do MP. Além disso, confirma que os irmãos possuem provas mais consistentes contra a viúva. Roger e Rodrigo também lutam na justiça pela abertura do inventário deixado pelo pai, mas de acordo com Carbone, o inventário ainda não foi aberto e está suspenso até que seja definido o registro do testamento.

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