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Morre aos 58 anos Marcelo Pretto, integrante do grupo Barbatuques

Compositor e percussionista morreu em decorrência de agravamento de diabetes

Por Redação VEJA Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 mar 2026, 18h12 • Atualizado em 8 mar 2026, 18h15
  • A música brasileira perdeu na madrugada deste domingo, 8, o compositor e percussionista Marcelo Pretto, em decorrência de complicações de um quadro grave de diabetes. O artista estava internado no Hospital Alvorada e sua morte foi confirmada por um comunicado emitido pelo Barbatuques, grupo do qual era integrante.

    Nascido na capital paulista em 17 de setembro de 1967, Marcelo Pereira Neves Pretto, carinhosamente conhecido entre parceiros de palco como Mitsu, construiu uma carreira ligada aos ritmos populares. Autodidata, juntou-se em 1999 ao Barbatuques, que eleva o corpo humano ao status de instrumento musical. Além disso, também era parte d’A Barca, projeto focado na pesquisa, preservação e reinvenção das tradições musicais brasileiras.

    Respeitado no meio musical, era dono de uma “voz elástica” de muitas possibilidades, capaz de ir “do sussurro ao trovão”, conforme definiu o músico Chico César ao lamentar sua partida.

    Marcelo Pretto emprestou seu talento a mais de 50 discos de artistas nacionais e internacionais, dividindo faixas e palcos com nomes como Zeca Baleiro, Siba, Mariana Aydar, o espanhol Carlos Nuñez e a cantora francesa Camille.

    Seus trabalhos independentes também foram aclamados pela crítica, como o disco em duo de voz e violão A Carne das Canções, lançado em 2014, que ganhou o Troféu Cata-Vento de Melhor Cantor. Em 2020, lançou seu primeiro álbum totalmente solo, Boi, com um olhar contemporâneo sobre o gênero do Bumba Meu Boi.

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    Em 2024, lançou seu último single, Uma Voz Além, e circulou com o espetáculo Aviso aos Navegantes, resgatando o repertório de canções de protesto compostas por Alberto Ribeiro na década de 1950. Além dos palcos, também mantinha desde 2018 o programa Rádio Biruta, na rádio Brasil Atual.

    Em nota de pesar, o Núcleo Barbatuques sublinhou a imensidão de sua ausência: “Marcelo Pretto deixa um legado artístico imenso, que vai muito além da participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós. Sua voz única e presença marcante seguirão ecoando na música e, principalmente, em nossos corações”.

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