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IMPERDÍVEL: ‘Até o Último Homem’ mescla fé e violência

Novo filme de Mel Gibson acompanha soldado que vai à guerra sem tocar em uma arma

Por Raquel Carneiro 28 jan 2017, 06h45

Até o Último Homem é o tipo de filme que só passa pelo crivo do verossímil por ter como respaldo o letreiro “inspirado em uma história real”. Desmond Doss (interpretado por Andrew Garfield) é um fiel adventista do sétimo dia, que leva muito a sério o mandamento bíblico “não matarás” com a mesma medida que encara o patriotismo pelo seu país. Durante a II Guerra Mundial, ele quer servir o exército, mas com a ressalva: não vai tocar em uma arma e nem matar pessoas. Sua vocação é a medicina. Sua missão é salvar vidas. Após um longo impasse com o exército, ele conquista o direito de enfrentar a Batalha de Okinawa, no Japão, munido apenas de um kit de primeiro socorros e uma Bíblia no bolso.

  • O drama marca o retorno de Mel Gibson à direção de uma grande produção de guerra e também sua reconciliação com Hollywood. Longe dos holofotes nos últimos dez anos, o cineasta e ator agora encara com felicidade as seis indicações ao Oscar conquistadas pelo título, entre elas uma só para ele na categoria de melhor diretor.

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