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Ian Baiocchi é o chef do ano em Goiânia

Depois de trabalhar ao lado de prestigiados cozinheiros, o jovem goianiense voltou à terra natal para surpreender com receitas autorais

Por Camila Sayuri, Eula Lôbo, Geovane Gomes, Juliana Koch, Natália Ribeiro, Vinicius Tamamoto e Yuri Lopes Atualizado em 28 out 2017, 13h16 - Publicado em 28 out 2017, 04h00

Aos 28 anos, Ian Baiocchi faz parte de uma nova leva de cozinheiros que vêm conferindo frescor ao cenário gastronômico da capital. Nenhum dos outros, contudo, chegou tão longe. Somados o título de chef do ano e a consagração de seus restaurantes, ele levou quatro prêmios nesta edição de VEJA COMER & BEBER. Não é de espantar. Apesar da pouca idade, Baiocchi acumulou uma bagagem considerável na última década. Na infância, não era raro deixar de lado a brincadeira com os primos para ajudar as avós no preparo das refeições. Mas foi aos 18 anos que, determinado a seguir carreira entre fogões e caçarolas, aterrissou em São Paulo para cursar gastronomia no Centro Universitário Senac. Em terras paulistanas, o jovem passou por restaurantes consagrados, como o D.O.M., de Alex Atala, e o Maní, à época liderado pela dupla Helena Rizzo e Daniel Redondo, e acabou alçando voos mais distantes, até a Espanha. No país europeu, onde residiu por dois anos, trabalhou nos celebrados Mugaritz e El Celler de Can Roca, este atualmente considerado o terceiro melhor do mundo no ranking da revista inglesa Restaurant. Em 2012, de volta à capital goiana, assumiu o cardápio do Palácio das Esmeraldas, sede do governo do estado, e trabalhou com catering para eventos. Foi em 2015, porém, que Baiocchi abriu sua primeira casa, o variado Íz, consagrado nesta edição como o melhor restaurante da cidade. De acento italiano, nasceu no último mês de agosto um novo projeto, a também premiada 1929 Trattoria Moderna. Apesar da intensa rotina profissional dividida entre os dois endereços, Baiocchi arruma tempo para assinar o cardápio de outras casas da cidade e garante que não larga as panelas nem em casa, na hora de relaxar. “Se passo um dia sem entrar na cozinha, fico louco”, brinca. Leia sobre o Íz Restaurante aqui e sobre a 1929 Trattoria Moderna aqui.

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