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Hal Elrod: Quem cedo madruga…

Novo fenômeno da autoajuda explica a teoria com a qual já seduziu mais de 500 000 leitores no Brasil: para ficar rico, é preciso cair da cama muito cedo

Por Amanda Capuano 3 Maio 2019, 07h00 | Atualizado em 4 jun 2024, 16h21
Hal Elrod: Quem cedo madruga… Priorizar nos meus resultados Google

Seu livro O Milagre da Manhã vende a tese de que qualquer um pode se tornar milionário acordando cedo. O senhor realmente acredita nisso?  Sim, absolutamente. Pesquisando a vida dos milionários, descobri que a maior parte deles tem em comum o fato de acordar muito cedo. Perde dinheiro quem espera até meio-dia para investir.

E isso funcionou para o senhor?  Sim. Meus pais não tinham muito dinheiro, e a minha meta era me tornar milionário aos 20 anos. Aos 30 eu ainda não havia conseguido, mas cheguei lá. Todo mundo pode se tornar milionário, porém muitos desistem cedo demais.

Quais os seus conselhos às pessoas para que elas aprendam a despertar com as galinhas? Deixar o despertador o mais longe possível da cama. Quando ele fica muito próximo, a maioria desliga antes de se levantar. Coloco meu despertador no banheiro.

Além de acordar cedo, o que ajuda a ganhar dinheiro? Existem dois passos simples que todos podem dar: ler logo pela manhã livros escritos por pessoas ricas e seguir de forma concreta o que esses livros ensinam.

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O senhor enfrentou um acidente, a falência de sua empresa e teve câncer. O que diria a outras pessoas com problemas? Respire fundo e diga a si mesmo que tudo é temporário. Quando passamos por tempos difíceis, não conseguimos ver a luz no fim do túnel. Os problemas parecem eternos, mas desafios são parte da jornada.

De acordo com o livro, o senhor dor­me seis horas por noite. Isso é suficiente? Costumava ser. Mas, desde que tive câncer, decidi que precisava de mais tempo de sono. Hoje, durmo sete horas por noite.

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Nunca tirou soneca quando ninguém estava olhando? Confesso que tiro uma soneca às vezes. Não com frequência. Acontece uma vez por semana.

Publicado em VEJA de 8 de maio de 2019, edição nº 2633

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