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Brad Pitt e Jennifer Aniston: Ninguém solta a mão de ninguém

De lá para cá, eles foram vistos juntos mais de uma vez — porém nunca em clima de flagrante ternura

Por Eduardo F. Filho Atualizado em 24 jan 2020, 10h13 - Publicado em 24 jan 2020, 06h00

Foi um gesto quase furtivo nos bastidores do SAG Awards — premiação que é uma espécie de “esquenta” para o Oscar. Mas aquele toque de mãos, no domingo 19, bastou para Brad Pitt e Jennifer Aniston incendiarem as redes sociais. Ela, aos 50 anos, subiu ao palco para receber o prêmio de melhor atriz em série dramática por The Morning Show. Ele, de 56, já havia recebido uma estatueta pelo papel em Era uma Vez em… Hollywood. Atrás do cenário, ele assistia ao discurso da ex com os olhos marejados. Quando ela desceu, os dois trocaram palavras, foram fotografados juntos e, na despedida, um afetuoso Pitt puxou Jennifer pela mão, como quem não desejava deixá-la ir embora. Entre 2000 e 2005, tempo que durou o relacionamento, eles formaram o casal número 1 de Hollywood. Aí vieram as filmagens de Sr. e Sra. Smith, e Pitt se encantou com seu par em cena — ela mesma, Angelina Jolie. Jennifer seguiu a vida, não sem mágoa: chegou a lançar uma carta aberta para reclamar de notícias que a pintavam como ex invejosa. Mas os ventos mudaram. Desde 2016, Pitt está longe de Angelina. Em fevereiro de 2019, quando Jennifer também já estava separada do segundo marido, Justin Theroux, e Pitt sofria em meio a seu complexo processo de divórcio, a estrela de Friends o convidou para sua festa de 50 anos. De lá para cá, eles foram vistos juntos mais de uma vez — porém nunca em clima de flagrante ternura. Pode ser que os sites de fofocas e as redes estejam só enxergando pelo em ovo num episódio fortuito. Mas os fãs sonham: haveria aí sinais de um esperado retorno? Seria o perfeito roteiro de um filme romântico.

Publicado em VEJA de 29 de janeiro de 2020, edição nº 2671

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