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Atriz de ‘Smallville’ é apontada como líder de culto sexual

Allison Mack, a Chloe na série da CW, seria responsável por recrutar escravas para a sociedade secreta, cujas práticas incluem agressão e fome

Por Da redação
Atualizado em 26 abr 2018, 15h14 - Publicado em 9 nov 2017, 22h00

A atriz Allison Mack foi apontada como líder de um culto sexual nos Estados Unidos. Famosa por sua personagem no seriado Smallville, Chloe Sullivan, a americana seria a principal responsável por recrutar mulheres para servirem à sociedade secreta DOS, cujas práticas incluem agressão e fome.

No último mês, o jornal The New York Times publicou um dossiê expondo a organização. Segundo o jornal, apenas mulheres do alto escalão do grupo de autoajuda NXIVM são convidadas para participar do culto. Keith Raniere, o fundador do grupo, seria também o “mestre supremo” da irmandade, e Mack, seu “braço direito”.

De acordo com relato do antigo relações públicas do NXIVM, Frank Parlato, a sociedade secreta tinha como objetivo propagar o bem e a força feminina contra o mal. Allison Mack foi primeiro descrita como uma “atriz ganhadora do Emmy” na matéria do jornal nova-iorquino. Sua identidade foi revelada nesta quarta-feira pelo site do jornal britânico Daily Mail.

O poder feminino contra o mal

Apenas as mais devotas à filosofia de autorrealização de Raniere teriam a oportunidade de participar da seleção para o DOS. Como prova de sua vontade de servir ao grupo, as candidatas deveriam fornecer materiais comprometedores sobre si, como fotos nuas. Ex-membros contaram ao The New York Times que, posteriormente, as informações eram usadas como moeda de troca para que elas não denunciassem as atrocidades a que eram submetidas.

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Quando aceitas, as mulheres eram marcadas abaixo da cintura com as iniciais de Alisson Mack e Keith Raniere. O procedimento seria conduzido por uma médica, que usava um instrumento de cauterização — quando um metal quente é forçado sobre a pele da pessoa –, que deixava nas “pacientes” uma grossa cicatriz.

Culto
Culto sexual usa cicatrizes como identidade visual (//Reprodução)

O culto obedecia uma hierarquia mestre-escravo. Raniere seria “dono” de um harém. As escravas dele, por sua vez, deveriam recrutar um grupo de servas para si, e assim por diante. Caso alguém falhasse nesta missão, era castigado fisicamente, por meio de agressões e fome. A dieta diária das mulheres, ainda, era baseada na ingestão de 500 a 800 calorias, pois segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas.

No início desta semana, a estrela da novela americana Dinastia, Catherine Oxenberg, afirmou que sua filha, India, seria parte da irmandade e estaria sendo chantageada.

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