Grupo hoteleiro amplia experiência na África do Sul com hospedagem e conservação ambiental
Singita amplia presença em Sabi Sand com três lodges integrados à reserva e foco na proteção de espécies como rinocerontes, leopardos e leões
Ao longo de 30 anos, o grupo hoteleiro de conservação e ecoturismo Singita vem construindo uma operação de luxo na África do Sul, mas voltada à integração entre turismo de safári, preservação ambiental e envolvimento com comunidades locais no nordeste do país.
Entre o curso do Rio Sand e a vegetação densa de Sabi Sand, opera lodges como o Ebony, inaugurado em 1993, em uma área protegida desde os anos 1920, com arquitetura que combina estruturas mais robustas com lona e madeira, e prioriza a abertura para o rio e para a vegetação. No mesmo complexo, existe a Ebony Villa, opção para grupos e famílias, com operação mais reservada e programação própria de safári.
Outro lodge, o Boulders, foi projetado em diálogo com as formações de granito às margens do Rio Sand, com suítes voltadas para a paisagem e áreas externas integradas. Já o chamado Castleton opera no formato de casa de campo privada, com cottages independentes e áreas comuns voltadas a estadias em grupo.
Além da hospitalidade, o Singita mantém projetos de conservação por meio do Singita Lowveld Trust, com foco na proteção de ecossistemas e de espécies como rinocerontes, elefantes, leopardos e leões. O grupo também apoia iniciativas educacionais em comunidades próximas, reforçando um modelo que associa turismo de safári a estratégias de preservação de longo prazo.





