Kate, Jenna, Marina: Quem são os 17 mais bem vestidos de 2025?
Saiba quem realmente definiu o estilo do ano, sob o olhar da coluna Vitrine, de VEJA
Quem estava mais bem vestido em 2025? Essa é a pergunta que fazemos semanalmente — depois de cada tapete vermelho, desfile, première ou aparição estratégica. Mas, com o fim do ano se aproximando, a coluna Vitrine propõe uma resposta mais definitiva. Cruzamos listas internacionais como a do “The New York Times” e a tradicional seleção da “Vogue América”, analisamos impacto cultural, consistência estética e poder de influência — e chegamos aos 17 nomes que, para a VEJA, vestiram melhor o ano.
Eles até podem ter passado pelos rankings globais, mas aqui o filtro é outro: estilo como linguagem e roupa como narrativa. São 11 mulheres e 6 homens que transformaram a moda em gesto, imagem, manifesto e posicionamento. Vale dizer que, em 2025, estilo não foi sobre consenso, mas sim sobre impacto. A lista da VEJA não pretende agradar a todos, mas refletir o espírito do tempo: um ano em que vestir-se bem significou, acima de tudo, ter algo a dizer.
A musa do novo gótico consolidou sua estética autoral: silhuetas dramáticas, texturas estranhas, beleza quase espectral. O vestido de alta-costura da Ashi Studio, usado na première londrina de “Wandinha”, parecia pele em mutação — e selou seu ano como fashionista do ano.
Na linha de frente das estreias criativas, Elle fez de 2025 um desfile pessoal de novos diretores e casas históricas. O vestido de renda da Givenchy no Oscar foi o ápice de sua elegância etérea.
Em modo diva clássica revisitada, Ariana apostou em volumes, tons suaves e glamour da era de ouro de Hollywood filtrado pela cultura pop. Um ano de figurinos calculados — e extremamente eficazes.
Jennifer reafirmou o poder do minimalismo urbano e do luxo essencial, misturando camisetas brancas perfeitas, alfaiataria precisa e acessórios quase acidentais. Moda vivida, não encenada.
Em um ano de aparições pontuais, Kate mostrou por que é um ícone fashion: alfaiataria impecável, cores simbólicas e a habilidade rara de se comunicar e posicionar por meio da roupa.
Com elegância intelectual e escolhas de impacto silencioso, Fernanda representou o Brasil com sofisticação global. Looks precisos, sem excessos, com a autoridade de quem entende moda como discurso.
Entre o tomboy e o ultrafeminino, Kendall dominou o jogo do vintage poderoso combinado a peças contemporâneas. Seu vestido off-white da Bottega Veneta foi um dos momentos mais comentados do ano.
Hailey segue ditando tendências com aparente despretensão. Em 2025, consolidou o uniforme “jeans + top perfeito” e a lingerie à mostra como estética aspiracional global — e transformou simplicidade em estratégia.
Incomparável, Rihanna misturou couture, street, vintage e espetáculo com a naturalidade de quem cria o próprio código. Seu look do Met Gala, revelando a terceira gravidez, foi história instantânea da moda.
A atriz se destacou como um capítulo à parte — não por seguir tendências, mas por criar discurso visual próprio, tanto na versão maximalista, utilizando a moda como arte, como na versão minimalista, em looks de alfaiataria precisa, paleta neutra e o domínio absoluto de quem tem estilo e não se veste para agradar, mas sim para provocar leitura.
Com precisão fashion e visão internacional, Marina reafirmou seu posto como um dos grandes nomes da moda brasileira no mundo. Entre alta-costura europeia, joalheria maximalista e beleza sempre calculada, construiu em 2025 uma imagem de glamour contemporâneo, sofisticado e altamente reconhecível.
Antítese do smoking previsível. Timothée seguiu brincando com proporções, materiais e referências, com assinatura de estilo própria
A alfaiataria como espetáculo. Ombros amplos, capas dramáticas e acessórios com história. O look Valentino do Met Gala foi um dos mais simbólicos do ano — teatral e sofisticado.
High-low levado a sério. Rocky cruzou streetwear, herança cultural e luxo autoral, inclusive vestindo criações de sua própria agência. Moda como identidade, não como tendência.
Uma escolha que transcende o óbvio. Ao resgatar o rigor estético e o simbolismo das vestes papais, o novo pontífice transformou tradição em imagem de poder contemporâneo.
Couro, erotismo sutil e alfaiataria provocadora. Skarsgård confirmou seu lugar como um dos homens mais ousados do red carpet — sempre no limite entre elegância e ousadia.
Pascal transformou alfaiataria relaxada em assinatura pessoal: blazers fluidos, camisas abertas, cores inesperadas e uma sensualidade nada óbvia, além de provocar reflexão como manifesto , como fez com a camiseta “Protect The Dolls”





