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Vitrine

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Das passarelas às ruas, a moda em movimento

Kate, Jenna, Marina: Quem são os 17 mais bem vestidos de 2025?

Saiba quem realmente definiu o estilo do ano, sob o olhar da coluna Vitrine, de VEJA

Por Simone Blanes Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 dez 2025, 14h12 • Atualizado em 22 dez 2025, 17h17
  • Quem estava mais bem vestido em 2025? Essa é a pergunta que fazemos semanalmente — depois de cada tapete vermelho, desfile, première ou aparição estratégica. Mas, com o fim do ano se aproximando, a coluna Vitrine propõe uma resposta mais definitiva. Cruzamos listas internacionais como a do “The New York Times” e a tradicional seleção da “Vogue América”, analisamos impacto cultural, consistência estética e poder de influência — e chegamos aos 17 nomes que, para a VEJA, vestiram melhor o ano.

    Eles até podem ter passado pelos rankings globais, mas aqui o filtro é outro: estilo como linguagem e roupa como narrativa. São 11 mulheres e 6 homens que transformaram a moda em gesto, imagem, manifesto e posicionamento. Vale dizer que, em 2025, estilo não foi sobre consenso, mas sim sobre impacto. A lista da VEJA não pretende agradar a todos, mas refletir o espírito do tempo: um ano em que vestir-se bem significou, acima de tudo, ter algo a dizer.

    Jenna Ortega

    A musa do novo gótico consolidou sua estética autoral: silhuetas dramáticas, texturas estranhas, beleza quase espectral. O vestido de alta-costura da Ashi Studio, usado na première londrina de “Wandinha”, parecia pele em mutação — e selou seu ano como fashionista do ano.

    Jenna Ortega veste alta costura da coleção outono/inverno 2025 da Ashi Studio
    Jenna Ortega veste alta costura da coleção outono/inverno 2025 da Ashi Studio (Mike Marsland/WireImage/Getty Images)

    Elle Fanning

    Na linha de frente das estreias criativas, Elle fez de 2025 um desfile pessoal de novos diretores e casas históricas. O vestido de renda da Givenchy no Oscar foi o ápice de sua elegância etérea.

    Elle Fanning veste Givenchy por Sarah Burton
    Elle Fanning veste Givenchy por Sarah Burton (Arturo Holmes/WireImage/Getty Images)
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    Ariana Grande

    Em modo diva clássica revisitada, Ariana apostou em volumes, tons suaves e glamour da era de ouro de Hollywood filtrado pela cultura pop. Um ano de figurinos calculados — e extremamente eficazes.

    Ariana Grande veste Schiaparelli: 190.000 cristais na saia de tule
    Ariana Grande veste Schiaparelli: 190.000 cristais na saia de tule (Monica Schipper/Getty Images)

    Jennifer Lawrence

    Jennifer reafirmou o poder do minimalismo urbano e do luxo essencial, misturando camisetas brancas perfeitas, alfaiataria precisa e acessórios quase acidentais. Moda vivida, não encenada.

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    Jennifer Lawrence: camiseta branca é protagonista do look
    Jennifer Lawrence veste look casual de camiseta branca e saia preta (XNY/Star Max/GC Images/Getty Images)

    Kate Middleton

    Em um ano de aparições pontuais, Kate mostrou por que é um ícone fashion: alfaiataria impecável, cores simbólicas e a habilidade rara de se comunicar e posicionar por meio da roupa.

    Kate Middleton veste Talbot Runhof
    Kate Middleton veste Talbot Runhof (Karwai Tang/WireImage/Getty Images)

    Fernanda Torres

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    Com elegância intelectual e escolhas de impacto silencioso, Fernanda representou o Brasil com sofisticação global. Looks precisos, sem excessos, com a autoridade de quem entende moda como discurso.

    Fernanda Torres veste Chanel: 450 horas para fazer o vestido saído da passarela de alta-costura 2025
    Fernanda Torres veste Chanel: 450 horas para fazer o vestido saído da passarela de alta-costura 2025 (Robyn Beck/AFP)

    Kendall Jenner

    Entre o tomboy e o ultrafeminino, Kendall dominou o jogo do vintage poderoso combinado a peças contemporâneas. Seu vestido off-white da Bottega Veneta foi um dos momentos mais comentados do ano.

    Kendall Jenner veste Bottega Veneta
    Kendall Jenner veste Bottega Veneta (Amy Sussman/Getty Images)
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    Hailey Bieber

    Hailey segue ditando tendências com aparente despretensão. Em 2025, consolidou o uniforme “jeans + top perfeito” e a lingerie à mostra como estética aspiracional global — e transformou simplicidade em estratégia.

    Hailey Bieber veste Schiaparelli
    Hailey Bieber veste Schiaparelli (Gilbert Flores/Variety/Getty Images)

    Rihanna

    Incomparável, Rihanna misturou couture, street, vintage e espetáculo com a naturalidade de quem cria o próprio código. Seu look do Met Gala, revelando a terceira gravidez, foi história instantânea da moda.

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    Rihanna veste Marc Jacobs
    Rihanna veste Marc Jacobs (John Shearer/WireImage/Getty Images)

    Cate Blanchett

    A atriz se destacou como um capítulo à parte — não por seguir tendências, mas por criar discurso visual próprio, tanto na versão maximalista, utilizando a moda como arte, como na versão minimalista, em looks de alfaiataria precisa, paleta neutra e o domínio absoluto de quem tem estilo e não se veste para agradar, mas sim para provocar leitura.

    Cate Blanchett veste Armani Privé no Festival de Veneza 2025
    Cate Blanchett veste Armani Privé no Festival de Veneza 2025 (Gisela Schober/Getty Images)

    Marina Ruy Barbosa

    Com precisão fashion e visão internacional, Marina reafirmou seu posto como um dos grandes nomes da moda brasileira no mundo. Entre alta-costura europeia, joalheria maximalista e beleza sempre calculada, construiu em 2025 uma imagem de glamour contemporâneo, sofisticado e altamente reconhecível.

    Marina veste George Chakra no tapete vermelho do EMIGALA em Dubai
    Marina veste George Chakra no tapete vermelho do EMIGALA em Dubai (João Kopv/Divulgação)

    Timothée Chalamet

    Antítese do smoking previsível. Timothée seguiu brincando com proporções, materiais e referências, com assinatura de estilo própria

    Timothée Chalamet veste Givenchy
    Timothée Chalamet veste Givenchy (Chelsea Guglielmino/FilmMagic/Getty Images)

    Colman Domingo

    A alfaiataria como espetáculo. Ombros amplos, capas dramáticas e acessórios com história. O look Valentino do Met Gala foi um dos mais simbólicos do ano — teatral e sofisticado.

    Colman Domingo veste Valentino
    Colman Doming veste Valentino (//Getty Images)

    A$AP Rocky

    High-low levado a sério. Rocky cruzou streetwear, herança cultural e luxo autoral, inclusive vestindo criações de sua própria agência. Moda como identidade, não como tendência.

    A$AP Rocky veste criação própria
    A$AP Rocky veste criação própria (Gilbert Flores/Variety/Getty Images)

    Papa Leão XIV

    Uma escolha que transcende o óbvio. Ao resgatar o rigor estético e o simbolismo das vestes papais, o novo pontífice transformou tradição em imagem de poder contemporâneo.

    Papa Leão XIV : resgate da estética papal
    Papa Leão XIV : resgate da estética papal (Divulgação/Divulgação)

    Alexander Skarsgård

    Couro, erotismo sutil e alfaiataria provocadora. Skarsgård confirmou seu lugar como um dos homens mais ousados do red carpet — sempre no limite entre elegância e ousadia.

    Alexander Skarsgård veste Valentino
    Alexander Skarsgård veste Valentino (Cindy Ord/Getty Images)

    Pedro Pascal

    Pascal transformou alfaiataria relaxada em assinatura pessoal: blazers fluidos, camisas abertas, cores inesperadas e uma sensualidade nada óbvia, além de provocar reflexão como manifesto , como fez com a camiseta “Protect The Dolls”

    Pedro Pascal e sua camiseta
    Pedro Pascal e sua camiseta “Protect The Dolls” na première de “Thunderbolts” em Londres (Samir Hussein/WireImage/Getty Images)
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