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Viradouro: com Erika Januza, favorita ao título fecha desfiles do Rio

Vice campeã de 2023 é a última a se apresentar na Sapucaí no Carnaval 2024

Por Giovanna Fraguito Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
13 fev 2024, 04h56

A Unidos do Viradouro, escola de samba de Niterói, mostra a força da mulher negra, através do culto à cobra sagrada e sabedoria africana. O enredo Arroboboi, Dangbé, do carnavalesco Tarcísio Zanon, é representado por um “exército” de mulheres negras, integrantes da escola, que desmistificam a batalha que transformou uma cobra em deusa na África. “Vive em mim/ A lealdade das irmãs de cor/ E a força que herdei de Hundé e da luta Minó/ Vai serpenteando feito rio ao mar/ Arco-íris que no céu vai clarear”, apresenta trecho do samba. Wander Pires é o intérprete e Ciça o mestre de bateria. Em 2023, a escola ficou em segundo lugar com enredo sobre a vida de Rosa Maria Egipcíaca da Vera Cruz, considerada a primeira mulher negra a escrever um livro no país. É uma das favoritas ao título.

A atriz Erika Januza desfila como rainha de bateria da Viradouro desde 2022. Ela lançou recentemente a série A Magia de Aruna, do Disney+, e já está nas gravações de Dona Beja, do HBO Max, em que interpreta Candinha. “A importância do enredo é enorme. É uma religião de matriz africana, mas não é a religião mais conhecida, porque o vodum não é nada do que as pessoas pensam, aquela coisa de espetar bonequinho, não é aquilo. Vodum é uma outra coisa. E a cobra para eles é uma divindade, então é um culto a serpente, porque a história conta que a serpente ajudou aquela tribo de guerreiras a ganhar uma guerra. Então a gente está sempre aprendendo com o carnaval”, diz Erika à coluna.

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