Raul Gazolla: ‘Sinto muito que o Brasil não tenha pena de morte’
Aos 69 anos, ator é o convidado do programa semanal da coluna GENTE
Narrador da série documental Caso Henry Borel – a marca da maldade (o primeiro episódio da produção exclusiva de VEJA já está disponível, desde segunda-feira, 14, na plataforma VEJA+), o ator Raul Gazolla, 69 anos, também passou por uma tragédia pessoal que chocou o país. Em 1992, sua namorada, a atriz Daniella Perez, filha da autora Gloria Perez, foi brutalmente assassinada por Guilherme de Pádua e Daniela Thomaz. Convidado do programa semanal da coluna GENTE (disponível no canal da VEJA no Youtube, no streaming VEJA+, na TV Samsung Plus e também na versão podcast no Spotify), Raul explica por que pena de morte para casos hediondos.
“Diante desse quadro, sinto muito pena de que o Brasil não tenha pena de morte ou prisão perpétua. Porque esse tipo de crime… você não pode deixar um indivíduo desse, uma dupla dessa, solta na sociedade. Se eles ficarem soltos, vão fazer novamente. Faz parte do DNA deles. As pessoas podem dizer: você é favor da pena de morte? Sou a favor de que o assassino não conviva mais entre a gente e, se possível, não respire mais o ar que a gente respira. Então, sim, sou a favor da pena de morte. Para quem? Para os psicopatas que cometeram assassinatos de muita crueldade. (…) Não sou monge, não tenho a espiritualidade tão evoluída a ponto de perdoar os assassinos. Quem perdoa é Deus, não sou Deus. No meu ponto de vista, essas pessoas não podem estar livres na sociedade, frequentando o mesmo cinema que você, o mesmo restaurante que você. Porque a população não conhece a cara desses assassinos”.
Sobre o programa semanal da coluna GENTE. Quando: vai ao ar toda segunda-feira. Onde assistir: No canal da VEJA no Youtube, no streaming VEJA+, na TV Samsung Plus ou no canal VEJA GENTE no Spotify, na versão podcast.





