O significado do retorno de Lexa ao Carnaval após perda da filha
Cantora desfilou como rainha de bateria da Dragões da Real, em São Paulo
Com um bloco que leva seu nome no Rio, Lexa, 30 anos, estreou no Sambódromo paulistano como rainha de bateria da Dragões da Real, o mesmo posto, aliás, que ocupou por três vezes na folia carioca. “Aceitei o convite de desfilar em São Paulo por ser um desafio novo”, explicou a cantora, cuja fantasia ia acendendo luzes verde-fluorescentes conforme atravessava a pista. No ano passado, ela enfrentou a mais dolorida das perdas — a da filhinha recém-nascida. A folia de agora, portanto, tem para ela um sentido especial. “É uma coisa muito boa dar a volta por cima no Carnaval, onde nasci e me sinto em casa, depois de um momento tão complicado”, diz Lexa, que, já de olho na folia de 2027, adianta que talvez se reveze entre Rio e São Paulo.
Com reportagem de Duda Monteiro de Barros, Flávio Monteiro, Giovanna Fraguito, Nara Boechat, Rayssa Motta e Tatiana Moura
Publicado em VEJA de 20 de fevereiro de 2026, edição nº 2983





