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O que ‘O Diabo Veste Prada 2’ pode ensinar sobre poder e carreira

As cinco lições a se aprender com o longa que tem à frente Meryl Streep e Anne Hathaway

Por Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 16 Maio 2026, 13h00

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Duas décadas depois de seu lançamento, O Diabo Veste Prada segue com holofotes não apenas como retrato ácido do mundo da moda, mas como um manual, ainda que involuntário sobre relações de trabalho, liderança e ambição. Luana Fernandez, especialista em RH e sócia da Acerta Consultoria, fala sobre o que o filme, estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway, traz de lições das  mudanças no comportamento corporativo.

  1. O controle do assédio moral após 20 anos – Politicamente correto: O que antes era tolerado como “liderança dura” hoje não é mais aceitável. Existe mais consciência sobre saúde mental e respeito. Isso não significa perder performance, mas sim entender que resultados sustentáveis vêm de ambientes saudáveis. O desafio das lideranças modernas é equilibrar exigência com empatia.
  2. Falta de posicionamento e falar o que deseja – Nigel se acomodou: Nigel representa aquele profissional extremamente competente, mas que não se posiciona estrategicamente sobre seus próprios objetivos. Ele espera reconhecimento vir naturalmente, mas o mercado nem sempre funciona assim. Saber comunicar suas ambições, negociar e se posicionar é tão importante quanto entregar bem. Quem não se posiciona, muitas vezes, fica para trás, mesmo sendo talentoso.
  3. Relacionamento e vínculo geram negócios: No filme (e na vida), oportunidades não surgem só por competência técnica. Relações constroem pontes. Pessoas fazem negócios com quem confiam. Empresas que investem em relacionamento interno e externo, tendem a crescer de forma mais consistente.
  4. Credibilidade e autoridade no assunto – Como Miranda trabalha a imagem dela no mercado associada à empresa: Miranda é um exemplo claro de marca pessoal forte. Ela não é só uma executiva, ela é referência. Tudo nela comunica autoridade: postura, decisões, consistência. Construir credibilidade leva tempo e exige coerência entre discurso e prática. E isso vale tanto para pessoas quanto para empresas.
  5. Menos Hierarquia – Sem glamour e menor hierarquia: O símbolo do “poder” mudou. Hoje, líderes mais acessíveis, ambientes menos rígidos e menos ostentação tendem a gerar mais conexão e engajamento. Isso transforma o jeito de liderar.
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