O maior erro do novo programa de Eliana que acendeu alerta na Globo
Crítica de ‘Em família’, que estreou no domingo, 15
Após mais de um ano esperando a vez de ter um programa só seu na TV Globo, Eliana enfim estreou o Em Família na tarde de domingo, 15. No primeiro bloco, chorou ao ouvir e ver os filhos, abraçou o marido, diretor da emissora, se encheu de lágrimas ao rever fotos da casa onde passou a infância… Depois, visitou a fazenda do cantor Daniel, já tantas vezes mostrada no programa que ele mesmo também tem nas manhãs de domingo. Por lá, Eliana sentou-se à mesa para falar amenidades com as filhas e mulher do cantor. Mais uma vez expos seus olhos marejados. Ao longo da atração, o tom emotivo às custas de quase nada deu a tônica do que era servido no horário do almoço ao telespectador. Tal como o SBT e a Record fazem como ninguém. Em Família, uma produção que demorou mais de um ano para sair do papel, se revelou mais do mesmo que a apresentadora já fazia na concorrente.
Sem molho, sem novidades ou impacto informativo (nem impacto visual, já que o cenário é um mero telão de LED diante da plateia), o Em Família comete um grande erro: nasceu já com cara de déjà vu. É um convite para que as famílias, em suas reuniões e almoços de domingo, desliguem a TV e papeiem. Aí está o mérito, até aqui, da atração.





