O álbum de Preta Gil que causou ataques misóginos, racistas e gordofóbicos
Cantora morreu neste domingo, 20
Lançado em 2003, o álbum (logo abaixo) de estreia de Preta Gil, chamado Prêt-à-Porter, foi marcado por polêmicas já antes de chegar às lojas – quando ainda havia lojas de CDs. Isso porque foi divulgada antes a capa, que trazia fotos da cantora complementa nua. Tanto a capa e, depois, as músicas do álbum geraram debates e críticas, tendo a cantora no centro de ataques misóginos, racistas e gordofóbicos.
Preta, diversas em entrevistas e depois em seu livro, refletiu sobre a repercussão do álbum e como as questões de gênero, raça e corpo eram tratadas na época no Brasil. Ela relatou, por exemplo, que o álbum foi visto com “sensacionalismo”, e que o Brasil não estava preparado para “uma mulher preta, gorda e bissexual se expressar dessa forma”.





