Maria Rita: da tristeza à euforia
Ela será homenageada pelo Grammy Latino por ter sido a primeira mulher premiada como artista revelação, em 2004
Enfim, uma notícia boa nestes tempos duros: a cantora Maria Rita, 43 anos, acaba de saber que será homenageada pelo Grammy Latino por ter sido a primeira mulher premiada como artista revelação, em 2004 — e também pelo conjunto da obra, que lhe rendeu doze indicações e oito estatuetas enfileiradinhas no piano de casa. “Foi um alívio, eu me senti eufórica”, diz a cantora, que não esconde: andava bem jururu. “Fiquei com a cabeça meio destrambelhada e chorei sozinha várias vezes”, confessa. O pacote de tristezas inclui os 15 quilos que ganhou, dos quais tentava se livrar com a ajuda de um personal trainer dispensado por causa da alta dos contágios. “Não dá mais para receber ninguém em casa, tenho medo”, diz Maria. Curiosidade: ela gosta de ser chamada de Maria ou Maria Rita. Só de Rita, não — “Com todo o respeito às Ritas”.
Publicado em VEJA de 14 de abril de 2021, edição nº 2733






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