Janja reage à morte do cão Orelha e cobra investigação
Primeira-dama é tutora de três cachorros adotados: Resistência, Esperança e Paris
A primeira-dama Janja Lula da Silva se manifestou, nesta terça-feira, 27, sobre o caso do cão Orelha, que morreu após sofrer agressões no início de janeiro na Praia Brava, em Florianópolis (SC).
“Nunca entendi o que se passa na cabeça e no coração de quem tem coragem de maltratar outro ser vivo. Principalmente um ser indefeso, como um cachorro. Acho que por isso o caso do cachorro Orelha, que foi brutalmente assassinado por adolescentes em Florianópolis, tem me causado tanta tristeza e indignação. Orelha era um cão comunitário, cuidado por diversos moradores da Praia Brava, e amado por todos. Sua morte não é apenas um episódio isolado de crueldade. É um alerta doloroso sobre uma geração exposta, desde cedo, a discursos e conteúdos digitais que banalizam a violência e transformam a dor em entretenimento. Quando a brutalidade vira desafio, quando o outro ser deixa de ser visto como alguém que sente, algo está muito errado! A perversidade não nasce do nada. Ela é cultivada na omissão, na falta de limites, de cuidado, de presença, e também na impunidade. Esse caso me faz lembrar de uma frase dita por Caetano Veloso em 1968: ‘Que juventude é essa que diz que quer tomar o poder?’. Não podemos fechar os olhos para atitudes como essa. Me solidarizo à comunidade que sempre cuidou do Orelha com tanto amor e que, hoje, clama por justiça”, escreveu no Instagram.
Janja possui um histórico de manifestações pela causa animal. Ela é tutora de três cachorros adotados: Resistência, Esperança e Paris.





