Irmãos detalham abusos que teriam sofrido de Michael Jackson
Eddie, Aldo, Dominic e Marie-Nicole Cascio abriram um processo em fevereiro
A família Cascio, que se descrevia como “a segunda família” de Michael Jackson, defenderam publicamente a inocência do artista por mais de 25 anos, incluindo entrevistas televisivas em que os irmãos (à época, crianças) negavam qualquer interação imprópria com o cantor. Agora, Eddie, Aldo, Dominic e Marie-Nicole Cascio afirmam que tudo foi “uma mentira” e que Jackson teria abusado de todos eles, que hoje são adultos. Os irmãos concederam uma entrevista ao programa 60 Minutes Australia e relataram como o cantor, morto em 2009, supostamente abusou sexualmente de todos eles quando crianças, além de lhes fornecer drogas e álcool depois de conquistar a confiança de sua família.
Os quatro irmãos entraram com um processo em fevereiro, alegando que Jackson era um predador sexual infantil em série que abusou sexualmente de vítimas nas casas de Elizabeth Taylor e Elton John. “Ele é um monstro, ele é mau, o que ele fez foi mau. E ele enganou o mundo inteiro fazendo-os pensar que ele era um ser humano inocente e perfeito, e ele não era”, disse Dominic Cascio ao programa.
O contato da família com Jackson teve início nos anos 1980, quando o pai das crianças, Dominic Sr., conheceu o artista quando trabalhava no Hotel Helmsley Palace, em Nova York. “Meus pais eram jovens. Para eles, ter uma celebridade tão grande querendo ser amiga deles. Eles definitivamente se sentiram especiais, e nós também”, disse Eddie. Ele alegou que Jackson começou a molestá-lo quando ele tinha 11 anos, abusando dele todas as noites enquanto os dois dividiam a cama e até a sua vida adulta. “Estávamos em turnê, e foi quando Michael começou a se aproximar e a me acariciar nas pernas. Estava sentado no colo dele, e foi aí que aconteceu o primeiro beijo, quando ele me beijou nos lábios”.







