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Fenômeno nas redes, Fabio Nogara faz homenagem a Flávio Venturini

Cantor viral reproduz músicas do artista em novo álbum

Por Tatiana Moura, Nara Boechat Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 20 set 2025, 17h00 •
  • Neto de maestro, filho de pianista e irmão de músicos, Fabio Nogara, 30 anos, sempre esteve rodeado de muita cantoria durante a infância e não poderia ter outro destino profissional. Ainda na faculdade, começou a carreira como cantor e lançou covers nas redes sociais. Recentemente, decidiu homenagear o compositor e cantor Flávio Venturini, 76, no primeiro álbum de estúdio. O disco está disponível em todas as plataformas digitais e contém canções como: Amor de Índio, Todo Azul do Mar e Sol de Primavera

    Influenciado pela família, Nogara começou a estudar música aos 9 anos, mas sempre cantou dentro de casa e se arriscou no coral da igreja. Com os conhecimentos da faculdade de Publicidade e Propaganda, ele produziu covers bem elaborados com equipamentos profissionais e logo viralizou na internet. “As pessoas que estudavam comigo não sabiam que eu cantava, mas a reação foi muito positiva, eu quase não tive críticas ao longo da minha carreira. Isso é muito legal, já que é um vídeo que viralizou e poderia ter gente me massacrando ali”, disse. 

    A vontade de gravar um álbum com as músicas de Flávio Venturini surgiu após ver um show do artista em São Paulo. Os dois conversaram no final da apresentação, e Fabio expôs que gostaria de regravar algumas composições. O compositor ficou surpreso com o pedido, mas cedeu os direitos autorais sem custos, dando início ao processo de produção. “Até então ele não me conhecia muito, tinha visto algum vídeo meu cantando uma música dele em rede social, mas hoje a gente conversa. Ele é muito simpático. A reação foi positiva”, expõe.

    Fábio planeja fazer um novo álbum com composições de outros artistas, incluindo o Clube de Esquina, do qual Flávio fez parte. Além deles, músicas de Milton Nascimento e Beto Guedes estão na lista. Para o músico, é melhor ser um intérprete pela paixão que tem em pesquisar e saber da história das canções. “Elis Regina, por exemplo, também nunca compôs. As pessoas escreviam para ela e eu acho que sigo mais nessa linha”, conclui.

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