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Empresária conta como levar o ‘luxo silencioso’ para camarote da Sapucaí

Alessandra Pirotelli conversou com a coluna GENTE sobre o Alma Rio, do qual é sócia

Por Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 dez 2025, 14h00 • Atualizado em 26 dez 2025, 15h14
  • Em 2026, o Camarote Alma Rio aprofunda seu posicionamento como o espaço do “luxo silencioso” na Sapucaí, trazendo uma curadoria artística refinada e coerente com o perfil de um público que valoriza experiência, contexto e identidade cultural. A principal novidade está na arquitetura musical do projeto, que passa a operar com dois territórios bem definidos e complementares. De um lado, o Electronic Club, com uma curadoria internacional, reunindo alguns dos nomes mais respeitados da cena eletrônica contemporânea, como Jamie Jones, Seth Troxler, Black Coffee e WhoMadeWho em formato híbrido. A programação valoriza encontros musicais especiais, B2Bs e sets exclusivos. Paralelamente, o Alma Rio reforça sua conexão com a identidade brasileira por meio do eixo Brazilian Soul, que celebra a força, a elegância e a emoção da música nacional. Artistas como Mart’nália e Gilsons representam esse território. À frente da empreitada, uma das sócias, Alessandra Pirotelli conversou com a coluna GENTE.

    Quais são as novidades do Camarote Alma Rio em 2026? Alma Rio deixa ainda mais claro que não se trata apenas de um camarote com grandes atrações, mas de um projeto cultural e sensorial, onde o entretenimento é tratado com o mesmo cuidado que a arquitetura, a gastronomia e o serviço. A grande diferença está exatamente aí: menos volume, mais intenção; menos exposição, mais experiência.

    Quais são os desafios de fazer um camarote como esse? Não ceder ao óbvio. Criar um camarote exige resistir às fórmulas prontas, à tentação do excesso e à pressão por visibilidade imediata. Outro ponto sensível é a curadoria humana. Um camarote com esse perfil não é apenas sobre atrações ou cenografia, mas sobre quem está ali, como as pessoas se relacionam e como o ambiente se comporta ao longo da noite. Isso exige leitura de comportamento, sensibilidade e decisões muitas vezes contra a lógica do mercado.

    Quais são as suas expectativas? Estão muito menos ligadas a números ou exposição e muito mais à qualidade da experiência que entregamos. Espero que o Alma Rio continue sendo percebido como um espaço onde as pessoas se sentem à vontade para estar, conversar, celebrar e se emocionar. Também espero que o projeto ajude a ampliar o olhar sobre o Carnaval, mostrando que ele pode ser, ao mesmo tempo, profundamente popular e altamente sofisticado.

    Como e quando surgiu sua relação com o Carnaval? Começou há mais de 26 anos, sempre movida pelo desejo de criar experiências que fossem além do entretenimento em si. Desde o início, entendi que os camarotes da Sapucaí poderiam ser mais do que espaços de apoio ao desfile: poderiam se tornar ambientes de hospitalidade verdadeira, com identidade, cuidado e significado. Ao longo desses anos, projetei e dei alma a espaços que se tornaram referências na Avenida, também estive à frente de espetáculos culturais, festivais internacionais e projetos especiais que levaram a experiência do Carnaval e do entretenimento brasileiro para países como China, Gabão, Portugal, Itália, Espanha, Estados Unidos e Macau. Costumo dizer que sou uma semeadora da Sapucaí. Plantei raízes, acompanhei transformações e sigo acreditando que o Carnaval é um território vivo.

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