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Artistas e políticos reagem à suspensão do programa de Jimmy Kimmel

Atração foi retirado do ar após comentário do apresentador

Por Nara Boechat Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 set 2025, 12h52 • Atualizado em 18 set 2025, 13h00
  • A suspensão do programa de Jimmy Kimmel, anunciada nesta quarta-feira, 17, pela rede americana ABC, gerou grande repercussão entre artistas e políticos. A decisão de retirar do ar por tempo indeterminado o Jimmy Kimmel Live! foi tomada após um comentário do apresentador sobre a morte do ativista Charlie Kirk, apoiador do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Em uma publicação no X, nesta quinta-feira, 18, o ex-presidente Barack Obama reprovou a decisão da empresa de mídia. “Depois de anos reclamando da cultura do cancelamento, o atual governo levou isso a um novo e perigoso nível ao ameaçar rotineiramente com ações regulatórias contra empresas de mídia, a menos que elas amordacem ou demitam repórteres e comentaristas dos quais não gostam”, escreveu. Gavin Newsom, governador da Califórnia, afirmou que a ação é um ataque à liberdade de expressão. “Comprar e controlar plataformas de mídia. Demitir comentaristas. Cancelar programas. Não são coincidências. É coordenado. E é perigoso”, opinou.

    Entre as celebridades, o ator Ben Stiller também criticou a suspensão do talk show, que está no ar há mais de 20 anos. “Isto não está certo”, comentou.  Já Jean Smart, que venceu o Emmy de Melhor Atriz em Série de Comédia no domingo, 14, disse estar “horrorizada” com o ocorrido, enquanto o músico John Legend compartilhou no Instagram a fala de um comentarista político: “como vocês ousam nos chamar de fascistas, só porque nossos indicados ameaçam retaliar as redes de transmissão do governo se seus comediantes não disserem o que queremos que eles digam”.

    Além disso, sindicados de Hollywood também se manifestaram contra a ABC, mencionando a Casa Branca e ataques aos direitos de liberdade de expressão protegidos pela constituição dos EUA. “O que assinamos – por mais doloroso que possa ser às vezes – é o acordo de liberdade para discordar. É vergonhoso para aqueles no governo que se esquecem dessa verdade fundamental. Quanto aos nossos empregadores, nossas palavras os enriqueceram. Silenciar-nos empobrece o mundo inteiro”, disse o sindicado dos roteiristas.

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