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Adolescentes são desafiados a ficar 15 dias sem telefone em reality show

Jovens do Rio Grande do Sul vão apresentar uma coreografia inspirada no desafio

Por Tatiana Moura, Valmir Moratelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 nov 2025, 11h00 •
  • Adolescentes entre 12 e 14 anos foram desafiados a ficar quinze dias sem usar aparelho celular. Em formato de reality show, 30 jovens do Centro de Tradições Gaúchas foram convidados a se desconectar dos celulares e vivenciar o cotidiano fora das telinhas. O Desafio Forroupilha foi proposto pela equipe da rede RSB TV e é exibido às sextas-feiras no Jornal do Almoço. No final do projeto, vão apresentar uma coreografia inspirada no tempo que ficaram sem a tecnologia.

    Idealizado pelo jornalista Giovani Grizoti, a cada ano o programa pede a um grupo de dançarinos para realizar uma coreografia tradicional do estado sobre algum tema. Dessa vez, eles decidiram inovar e transformar em um desafio para adolescentes. Para verificar que eles não estão usando os telefones, os pais gravam momentos do dia, preenchem um formulário sobre como está sendo a experiência e configuram os aplicativos para que as pessoas consigam visualizar quando eles entram. “Eles (dançarinos) costumam ser muito disciplinados, então quando entram num desafio, levam isso muito a sério. A gente pegou carona nessa seriedade, para apresentar aos pais a proposta e contar com a fiscalização de que os filhos não iriam usar os telefones celulares”, diz Giovani. 

    Além disso, duas psicólogas de Santo Antônio da Patrulha, cidade de origem da maioria dos jovens, prestam acompanhamento durante todo o processo. Ao todo, 31 adolescentes fazem parte do CTG, e nem todos foram capazes de participar do desafio. “Somente dois participantes tiveram problema. Uma menina ficou ‘depressiva’ porque usava o celular para falar com a irmã, que mora em outro estado, e outra mais reclusa no quarto por problemas pessoais com o grupo de dança”. 

    Professores e parentes perceberam a mudança no aprendizado e compreensão dos jovens. Como os celulares fazem parte do cotidiano da maioria, para ‘preencher’ o tempo que eles ficavam no telefone, a produção realizou alguns passeios. “A gente distribuiu um questionário e a maioria respondeu que quer ser médica veterinária no futuro. Então os levamos a conhecerem a realidade de um hospital veterinário, que será integrado na coreografia final, mostrada no último episódio”.

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