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A trajetória de Arlindo Cruz que o tornou um dos maiores nomes do samba

Cantor morreu nesta sexta-feira, 8, aos 66 anos

Por Nara Boechat Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 ago 2025, 16h03 • Atualizado em 8 ago 2025, 16h15
  • Um dos maiores nomes do samba, Arlindo Cruz, que morreu aos 66 anos nesta sexta-feira, 8, construiu um repertório com mais de 550 músicas gravadas ao longo da carreira, segundo o site do cantor. Um dos seus maiores sucessos, Meu Lugar, levou Madureira, o bairro carioca, não só para as rodas de samba como para o país inteiro. Nascido no Rio de Janeiro, em 1958, Arlindo Domingos da Cruz Silva estudou teoria musical e violão clássico em uma escola de música no Méier, zona norte da cidade. Mas a paixão pela arte o acompanha desde cedo. Aos 7 anos, o sambista aprendeu a tocar cavaquinho com o pai e aos 12, violão. Além dos instrumentos, o artista era conhecido pela sua voz e composições, regravadas por outros intérpretes, como Beth Carvalho e Alcione. Entre as canções revisitadas estão Lição de Malandragem, Grande Erro e Novo Amor.

    Nas primeiras gravações em estúdio, ainda jovem, Arlindo recebeu a ajuda de Candeia, outro ícone do samba e considerado um padrinho pelo cantor. Aos poucos, o sucesso foi chegando. Durante a adolescência, ganhou festivais em Minas Gerais. E, ao voltar para o Rio, anos depois, passou a frequentar a roda de samba do Cacique de Ramos, onde tocou com outras estrelas do estilo, como Jorge Aragão, Beth Carvalho e Almir Guineto. O sambista também ficou mais de uma década no Fundo de Quintal, até 1993, e gravou sucessos como O Show Tem Que Continuar, Seja Sambista Também, Só Pra Contrariar, Castelo Cera, O Mapa da Mina e Primeira Dama. Na carreira solo, lançou CDs e DVDs, como Arlindo Cruz MTV Ao Vivo (2009) e Batuques e Romances (2011).

    A sua trajetória também contempla o Carnaval carioca. Em 1996, ele conseguiu passar nas eliminatórias da Império Serrano, sua escola do coração, com o enredo E verás que um filho teu não foge à luta. A partir de então, conseguiu uma sequência de vitórias, incluindo 1999, 2001, 2003, 2006, 2007. Já em 2008, emplacou o samba Do Verde de Coarí Vem Meu Gás, Sapucaí.

    Em 2017, Arlindo Cruz sofreu um AVC e, desde então, lidou com sequelas graves, tendo dificuldades de mobilidade e na fala. Ele passou por diversas internações nos últimos anos devido a complicações de saúde.

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