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A estratégia de CEOs das big techs para conseguir regalias de Trump

Líderes têm se reunido com frequência com o presidente dos Estados Unidos

Por Nara Boechat Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 8 ago 2025, 12h09 • Atualizado em 8 ago 2025, 12h19
  • Líderes das big techs, como o CEO da Apple, Tim Cook, e o CEO da Nvidia, Jensen Huang, têm reservado um tempo para firmar alianças o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Para se encaixar no formato de negócios do republicano, os CEOs das grandes empresas de tecnologias dispensaram a estratégia de terceirizar o lobby e passaram a trocar diretamente com o mandatário. Assim, por meio de presentes luxuosos e bajulação pública, eles começam a atingir seus objetivos aos poucos, com decretos favoráveis à indústria e isenções de políticas que ameaçavam seus negócios multitrilionários. “O governo mantém um bom relacionamento de trabalho com líderes da indústria, empresas e outras partes interessadas para cumprir o mandato do presidente Trump de Tornar a América Rica Novamente. O único interesse especial que norteia a tomada de decisões do presidente Trump, no entanto, é o melhor interesse do povo americano”, disse Davis Ingle, porta-voz da Casa Branca, segundo o The Washington Post.

    De acordo com o veículo, Cook foi o primeiro CEO do Vale do Silício a “domar” Trump durante o primeiro mandato do presidente. Nesta quarta-feira, 6, ele se encontrou com o republicano para anunciar que a Apple vai investir mais 100 bilhões de dólares na indústria dos EUA nos próximos quatro anos. O presente da vez foi um prato de vidro fabricado no Kentucky, com uma base de ouro de 24 quilates, símbolo dos planos da empresa de transferir a fabricação do item de alta tecnologia necessário para iPhones e relógios da marca para o país. A estratégia deu resultado, já que, na mesma reunião, Trump anunciou que a big tech estaria isenta das tarifas de 100% sobre semicondutores importados para os EUA. “O ponto central das tarifas setoriais do governo é que as empresas concordam em repatriar a produção para os Estados Unidos”, afirmou o porta-voz.

    Já o CEO da Nvidia apostou na bajulação pública ao chefe do executivo estadunidense e conseguiu a permissão do presidente para vender à China os chips usados no desenvolvimento de inteligência artificial. No mesmo mês da reunião, ocorrida em janeiro, a Nvidia se tornou a primeira empresa a atingir uma avaliação de mercado de 4 trilhões de dólares. Mas outros líderes também estão nos investimentos, como Sam Altman, CEO da OpenAI, Larry Ellison, da Oracle, e Masayoshi Son, do SoftBank. Elon Musk, por exemplo, chegou a entrar para o governo no início do mandato de Trump. Este, inclusive, disse que compraria a Tesla após a empresa sofrer com a passagem do seu dono pelo governo. Após o rompimento dos dois, o presidente ameaçou revogar os contratos e subsídios governamentais dos negócios de Musk, mas recuou depois.

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