A dupla jornada de Evelyn Bastos, rainha da Mangueira no Carnaval
Ela encara a função de diretora cultural da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa)
O batente pré-carnavalesco de Evelyn Bastos, 32 anos, envolve uma dupla jornada. Além de ensaios exaustivos para empunhar o cetro de rainha de bateria no desfile da Mangueira, ela encara a função de diretora cultural da Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), sendo a primeira mulher a fincar os saltos neste universo para lá de masculino. “Esse é o momento de maior responsabilidade para quem ama samba”, diz. Após treze anos atravessando a carioca Marquês de Sapucaí, ela dá lições de veterana à influenciadora Virginia Fonseca, que desfrutará de mesmo protagonismo em sua estreia na Grande Rio. “É preciso ser da comunidade, ter relação com sua gente e uma história vivida 100% na escola. Sem isso, simplesmente não faz sentido”, completa Evelyn, do alto de sua majestade.
Com reportagem de Giovanna Fraguito e Nara Boechat
Publicado em VEJA de 6 de fevereiro de 2026, edição nº 2981





