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Saturday Night Live, 50 anos: 3 escândalos do maior humorístico americano

De embate com Taylor Swift até o banimento de Sinéad O'Connor da rede NBC, programa é famoso por ser tão implacável quanto divertido

Por Thiago Gelli Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 18 fev 2025, 11h34 • Atualizado em 18 fev 2025, 11h57
  • No último domingo, 16 de fevereiro, o humorístico sabatino Saturday Night Live abriu uma exceção e trocou de dia para celebrar meio século de existência, com direito a dezenas de ex-integrantes do elenco fixo e mais dezenas de nomes do alto escalão de Hollywood, como Meryl Streep, Scarlett Johansson, Robert DeNiro, Adam Sandler, Emma Stone, Sabrina Carpenter e Ryan Reynolds. Ao longo de três horas e meia, o programa revisitou antigos personagens de sucesso, histórias infames e até momentos pouco glamourosos, eternizados em uma paródia de in memorian. Com muita história para contar — afinal, o SNL foi até tema de um filme, Saturday Night – A Noite Que Mudou a Comédia (2024) –, o programa acumulou não só momentos hilários antológicos, mas também polêmicas e barracos no ar e nos bastidores. Conheça ou relembre três lances célebres:

    Sinéad O’Connor

    “Lute contra o verdadeiro inimigo”, disse Sinéad O’Connor antes de partir ao meio uma foto do Papa João Paulo II ao vivo no Saturday Night em 1992. O protesto acompanhou a apresentação da faixa War, em que a cantora atacava a Igreja Católica. Em sua autobiografia, ela explicou ter sido motivada a rasgar a foto após ler notícias pequenas em jornais irlandeses sobre crianças que haviam sido vitimadas por padres, mas desacreditadas pela polícia e pelos bispos a quem denunciavam os casos. O gesto se tornou um escândalo internacional, fez Sinéad ser banida da rede NBC e a afastou dos principais círculos de Hollywood. Anos depois, ela foi vindicada quando o Vaticano investigou abusos perpetrados por mais de 3000 padres. Na cerimônia de celebração dos 50 anos do SNL, Miley Cyrus, Brittany Howard e a banda The Roots a homenagearam com uma nova versão de Nothing Compares 2 U.

    https://youtu.be/sGrzWnT6NwY?feature=shared

    “Não negocio com terroristas”

    Mais recentemente, em 11 de fevereiro, um perfil da New York Magazine sobre o produtor e criador Lorne Michaels revelou outro embate por trás das cenas. Em 2015, quando Taylor Swift reinava nas paradas com múltiplos sucessos do disco 1989, as comediantes Amy Poehler e Tina Fey estrelaram uma paródia do clipe de Bad Blood no humorístico — dois anos após a loira dizer que ambas tinham “um lugar especial no inferno” por caçoarem de sua reputação namoradeira. Antes da filmagem, Michaels convidou a estrela pop a participar do esquete. Ela recusou e, não satisfeita, ainda pediu que o momento não fosse ao ar. Em resposta, ele foi direto: “Não negocio com terroristas”. No dia da transmissão, a cantora enviou um buquê de flores para o estúdio a fim de fazer as pazes. Desde então, ela foi a convidada musical de três episódios do SNL — e nunca mais questionou o poderoso chefão de lá.

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    Tapas nos bastidores

    A altercação mais famosa da história do SNL, contudo, foi além das farpas verbais e acabou em socos entre os veteranos Chevy Chase e Bill Murray, então com 35 e 28 anos, respectivamente. A briga aconteceu em 1978, durante a terceira temporada do programa. Segundo o livro Saturday Night, de Doug Hill e Jeff Weingrad, ela foi causada pelo ego inflado de Chase após a recente conquista do estrelato e por repetidas ofensas de Murray em sua direção, motivadas pela tentativa de tornar o colega mais humilde. Cinquenta anos depois, os dois mantêm uma relação amigável em frente às câmeras e foram fotografados juntos durante a cerimônia comemorativa de domingo.

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